domingo, 24 de dezembro de 2006

Contabilidade Mental: Você já deve ter feito uso!

Quem nunca se sentiu apegado a NÃO vender uma ação que caiu rapidamente, quando se esperava lucro? OU Por outro lado, quem nunca vendeu uma ação RAPIDAMENTE para realizar lucro, por medo de "perder a oportunidade", mesmo tendo evidências claras que o potencial de alta era maior! MUITOS DE NÓS, não é verdade? Portanto vale a leitura de mais um texto sobre Finanças Comportamentaisque, pois trata de um conceito interessante: CONTABILIDADE MENTAL.

Percepção de sucesso financeiro é ligada à satisfação pessoal
Você tem certeza de que faz seus cálculos usando calculadora, Excel ou, até mesmo, o velho lápis e papel? O economista comportamental Richard Thaler garante que estas não são as únicas ferramentas que usamos quando fazemos contas. Para ele, que criou o conceito de "contas, ou contabilidade, mentais", outros fatores entram em jogo quando pensamos em quanto ganhamos, gastamos, temos ou viremos a ter, no valor do que compramos e usamos. No artigo "Invest now, drink later, spend never: on the mental accounting of delayed consumption", com Eldar Shafir (Journal of Economic Psychology, outubro, 2006), exemplos simples são apresentados e podem nos intrigar no que possuem, para todos nós, de corriqueiro.

Eles desenvolveram uma pesquisa com colecionadores de vinhos finos, formulando perguntas como: supondo que você tenha comprado uma caixa de Bordeaux 1982, no mercado futuro, por US$ 20 a garrafa há alguns anos e, agora, o mesmo vinho custa US$ 75 a garrafa, como você se sentiria nos seguintes casos - ao presentear um amigo com ela; ao tomar o vinho; se, por acaso, quebrasse uma garrafa acidentalmente. As cinco respostas que surgiram para os primeiros dois casos (presentear ou saborear o vinho) se distribuíram de maneira mais ou menos homogênea: "tenho a impressão de que a garrafa me saiu de graça, já que paguei por ela há tanto tempo"; "parece que me custou só US$ 20, que é o que me lembro de ter pago"; "talvez como se custasse US$ 20, mais os juros sobre esse valor" (quem disse isso deve ser contador profissional!); "sinto como se custasse US$ 75, que é o valor que eu teria que desembolsar agora para substituí-la"; "a sensação é de estar economizando US$ 55, porque estou dando, ou tomando, uma garrafa de US$ 75 que, na verdade, custou-me apenas US$ 20".

No entanto, caso a garrafa se quebrasse acidentalmente, a maior parte das respostas à questão "quanto você sentiria que teria perdido agora?", expressou um sentimento de perda no valor de US$ 75. Neste caso, o que ficou "saliente", para usar a expressão dos autores, foi o custo de substituição, diferentemente dos dois primeiros casos. Ou seja, muitos que haviam considerado a conta "fechada" nas situações de presentear ou tomar o vinho - já tinham pago e o gasto quase não tinha mais importância, depois de tanto tempo - experimentavam, agora, uma espécie de "ressurreição do valor", como se a conta tivesse sido reaberta e reativada. Ao complementar a pesquisa, mais tarde, com a pergunta "como você se sente ao comprar uma caixa de vinho, agora, por US$ 400 que, quando for enviada, já valerá US$ 500, mas você só vai beber daqui a 10 anos?", a maioria respondeu como se estivesse fazendo um tipo de investimento. Isso levou os pesquisadores a concluir que é possível sentir o gasto como investimento e, ao saborear (ou dar de presente) anos mais tarde, o sentimento é de que não custou nada - daí o título do artigo: invista agora, beba mais tarde, não gaste nunca!

Assim, consumir uma coisa que foi adquirida muito tempo antes pode ser sentido como se fosse grátis ou, até mesmo, como se estivesse economizando dinheiro. Da mesma forma, compras "adiantadas", isto é, para consumo posterior, são sentidas como investimento, e não como gasto. Mas, se o item em questão não for consumido da forma esperada, ele volta a adquirir valor, na verdade, o mais alto valor, já que o parâmetro, agora, é o custo para substituí-lo.

Um outro fator que pode causar distorções na percepção de valor e, conseqüentemente, no modo como a questão será avaliada e conduzida, é a sua história. Por exemplo, depois de comprar um par de sapatos por US$ 250, você descobre que eles machucam seus pés; em outra situação, você comprou o par, que também machuca, por US$ 55; e, num terceiro caso, idem, mas numa liquidação, de US$ 250 por US$ 55. Em qual dos três cenários seria mais fácil doar aqueles sapatos, em ótimo estado, mas que você não vai ter condição de usar, porque são tão incômodos? Os mais "generosos" foram aqueles que pagaram US$ 55, com o pessoal da "pechincha" no meio, e os que pagaram US$ 250, muito mais apegados aos seus belos, porém igualmente inúteis, sapatos. Ou seja, o tom da decisão tomada parece ter sido dado por sua história.

Vale lembrar que manobras desse tipo não são captadas por calculadoras ou computadores. Em outras palavras, são operações que têm lugar no âmbito da psique, ali onde emoção e razão convivem de forma nem sempre harmônica - embora tudo se reflita diretamente na maneira como as decisões são tomadas e dinheiro, investimentos e bens, administrados.

Fonte: Jornal Valor Econômico
Autora: Vera Rita Ferreira é psicanalista, consultora na área psico-econômica, professora do curso "Psicanálise e Psicologia Econômica", representante no Brasil da IAREP-International Association for Research in Economic Psychology. E-mail verarita@verarita.psc.br

sábado, 23 de dezembro de 2006

Psicologia pode ajudar as finanças

Já tive a oportunidade de comentar sobre o "must" de finanças atualmente: Finanças Comportamentais.

Aqui, abaixo, reproduzo uma reportagem adicional sobre o assunto.


Vale a pena ver de novo os links abaixo, bem como ler na íntegra a matéria.


http://bussoladefinancas.blogspot.com/2006/12/perfil-de-investidor-ou-de-investimento.html

http://bussoladefinancas.blogspot.com/2006/11/operando-aes-sem-psicologia-das.html

Quem cuida das próprias finanças deve estar começando a se familiarizar com dados da psicologia econômica, finanças comportamentais e até da neuroeconomia. Todas essas disciplinas pesquisam a influência de fatores psicológicos na forma como tomamos decisões. Quando se trata de ganhar – ou, o que é mais doloroso, perder – dinheiro, interessa conhecer o máximo possível a respeito de como funcionamos diante dessas perspectivas.

Grande parte destes estudos aborda as limitações cognitivas, isto é, aquelas que podem atrapalhar o processamento mental de informações. Herbert Simon (Nobel de Economia, 1978) defendia que, ao contrário do que supõe a economia, nossa racionalidade é limitada – ou seja, não tendo condições para obter ou examinar todos os dados necessários a uma decisão "ótima", simplificamos nosso caminho e trocamos o "ótimo" pelo "satisfatório". Daniel Kahneman (psicólogo econômico, Nobel de Economia, 2002), verificou, em situações de laboratório, como as pessoas se posicionam frente a problemas de escolha parecidos com os da vida real. Ele identificou uma série de "regras de bolso", ou atalhos mentais, que adotamos para facilitar nossas percepções e avaliações. Essas regras produzem vieses que podem nos conduzir a equívocos e prejuízos financeiros. Contratar um empréstimo contando com ganhos futuros superestimados, que não se realizam e deixam um rastro de juros altos e inadimplência, é apenas um exemplo dessa dinâmica.

Mas seria possível aprender com experiências malsucedidas e evitar perdas? Sim, desde que seja possível examinar a situação de forma realista e isenta para saber o que aconteceu de fato. E é aí que mora o perigo: tendemos a considerar como verdadeiro só aquilo que nos agrada – mesmo que não seja real – e procuramos ignorar, sistematicamente, tudo que vai contra nossos desejos e expectativas. Tentamos escapar do que nos frustra.

No artigo Made sense and remembered sense: sensemaking through abduction (Journal of Economic Psychology, dez., 2000), Lundberg estudou processos de raciocínio de profissionais do mercado financeiro – gente que é especialista, portanto, em tomar decisões econômicas, com conhecimento e quilometragem no assunto. Uma de suas conclusões foi que os operadores apresentavam importantes diferenças no sentido que atribuíam aos seus raciocínios posteriormente. Ou seja, na hora de escolher, procuravam entender a situação da melhor forma possível, com os dados de que dispunham. Mas, quando indagados, depois de conhecer os resultados de suas decisões, tendiam a alterar suas lembranças, acreditando que tinham acertado. Se tivessem dado um fora, "douravam a pílula", mesmo sem se dar conta, e podiam não admitir que o equívoco tivesse acontecido.

Para aprender com a experiência, é preciso seguir caminho inverso. Ou seja, primeiro, deve-se olhar o que funcionou e, especialmente, o que não deu certo. Depois, com alguma disciplina, acompanhar a seqüência dos acontecimentos no longo prazo, a fim de reunir mais dados para comparação e análise. Por fim, alargar os horizontes para detectar novos elementos que podem trazer oportunidade ou risco – sempre procurando administrar os sentimentos chatos que acompanham as frustrações. O que se ganha com isso? A chance de acertar mais no presente e no futuro.

*Vera Rita de Mello Ferreira é psicanalista, consultora na área psico-econômica, professora do curso "Psicanálise e Psicologia Econômica" e representante no Brasil da International Association for Research in Economic Psychology (IAREP). Email: verarita@verarita.psc.br

quarta-feira, 20 de dezembro de 2006

ELET6: Promete dar muita alegria em 2007!


O setor de infra e o eletrico estão em evidência... A ELET6 está montando um pivot de alta e creio, salvo melhor juízo, que deve buscar o TH em R$ 56 ainda nos primeiros meses de 2007....


Vale a pena ficar de olho!




Ações da GOLL4 e TAMM4 castigadas: Entenda um dos Principais Motivos

Meus amigos, INFERNO ASTRAL NA GOL e TAM....Como se não bastasse a crise área per si, hoje saiu a notícia de que Estrangeiros compram parte da BRA por R$ 180 milhões...

O que isto significa?
Com a concretização do negócio, a empresa ganha fôlego para acirrar a disputa com suas rivais TAM e Gol. Em crescimento, mas ainda vista como figurante no mercado brasileiro de aviação, a companhia pretende tornar-se uma terceira força efetiva no setor. O dinheiro novo será usado para expansão da frota e das linhas.

Maior competição.. Menor rentabilidade.... E o mercado precifica tudo... resultado: as ações da GOLL4 e TAMM4 caíram forte, quando ensaiavam uma recuperação....

Fazer qualquer movimento agora com a GOLL4 e TAMM4 possui um ingrediente de risco adicional.

Debênture do BNDES paga 8,5% ao ano


O investidor que comprou debêntures da BNDESPar, empresa de participações do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), garantiu uma rentabilidade de 8,525% ao ano mais IPCA. O ganho é levemente superior ao retorno pago por um título federal com as mesmas características no sistema do Tesouro Direto, a NTN-B.


O desconto obtido foi de 10,167%, o que quer dizer que cada debênture foi vendida ao investidor a R$ 898,33, para o preço unitário estipulado de R$ 1 mil. O vencimento do papel acontece em 15 de janeiro de 2012. As debêntures da BNDESPar são indexadas ao IPCA e pagam juros anuais, a partir do segundo ano, de 6% ao ano. Com o desconto, esse retorno subiu.


Quem comprou o papel, portanto, garantiu rentabilidade anual superior aos 8,11% pagos pelas Notas do Tesouro Nacional série B (NTN-B) com vencimento em maio de 2011 - não há no Tesouro Direto papel desse tipo com vencimento em 2012.


Esta é a maior operação de venda de debêntures - títulos de renda fixa de longo prazo - para a pessoa física. Era prevista a oferta de 500 mil debêntures simples, numa operação de R$ 500 milhões. Desse total, 30% iriam para investidores de varejo. A operação, no entanto, registrou uma procura maior e o BNDES resolveu colocar um lote adicional, de R$ 100 milhões, ou 20% a mais.

terça-feira, 19 de dezembro de 2006

Fosfertil e Bunge Fertilizantes tentam fusão

A Fosfertil, maior fabricante de matérias-primas para adubos do país, e a Bunge Fertilizantes, também fabricante de matérias-primas e líder em vendas de produtos acabados no mercado brasileiro, anunciaram na sexta-feira a intenção de unificar suas operações.


Já aprovada pela cúpula da Bunge, a proposta será apresentada na próxima quinta-feira ao conselho de administração da Fosfertil - e, 30 dias depois, terá de passar pelo crivo da assembléia de acionistas da empresa, que tem ações negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo.

A expectativa de ambas é que os acionistas da Fosfertil, que há alguns anos incorporou a Ultrafertil, aprovem a unificação das operações. Segundo Mário A. Barbosa Neto, presidente da Bunge Fertilizantes, a nova empresa, já batizada de Fosfertil Fertilizantes S.A., teria faturamento da ordem de R$ 5,5 bilhões por ano.

O otimismo em relação ao aval dos acionistas da Fosfertil obedece a um raciocínio matemático. Consideradas apenas as ações ordinárias, a Bunge tem 52,35% da Fertifos, holding que controla a Fosfertil com participação de 81,53%.

Vale notar, porém, que as principais concorrentes da Bunge nos mercados brasileiro e mundial de fertilizantes também têm fatias da Fertifos. A norueguesa Yara, maior companhia de fertilizantes do mundo, herdou a participação de 12,77% da Fertibrás, que adquiriu recentemente. E a Mosaic, formada a partir dos negócios globais de adubos da americana Cargill e de sua compatriota IMC, tem 33,43%.

Decisões tomadas neste ano na Fosfertil sobretudo por orientação da Bunge - antes da Yara adquirir a Fertibrás - já provocaram celeuma entre as acionistas rivais, e fontes do segmento não duvidam que essas divergências possam no mínimo tornar mais turbulenta a aprovação da proposta de união, por mais que a Fosfertil reitere que seus clientes, acionistas ou não, serão sempre tratados de maneira equânime.

Se aprovada a fusão, que certamente dependerá também do sinal verde das autoridades antitruste, a holding Fertifos ficará com 31,79% das ações ordinárias da Fosfertil e a Bunge, por meio de três empresas (Bunge Brasil Holdings, Bunge Coopertief e Bunge Participações e Investimentos) terá 50,4% - e, assim, o controle direto.

"Com a unificação, os acionistas terão uma empresa mais forte e mais competitiva", afirma Francisco Gros, presidente da Fosfertil. Segundo ele, a união deve gerar sinergias de entre R$ 100 milhões e R$ 130 milhões, entre reduções de custos e aumento de eficiência.

Em princípio, garante Mário Barbosa, não haveria a necessidade de demissões em virtude da complementaridade das operações de ambas. A Fosfertil, depois das demissões realizadas neste ano, passou a ter 2,7 mil funcionários. A Bunge Fertilizantes, que também passou por reestruturação com corte de pessoal no fim de 2005, tem 3 mil.

Gros e Barbosa também afirmam que a proposta de unificação das operações nada tem que ver com as dificuldades enfrentadas no mercado brasileiro do ano passado até o terceiro trimestre de 2006 - que provocaram os enxugamentos -, quando a crise de liquidez e renda dos produtores de grãos reduziram a demanda por adubos no país.

Em termos formais, a reorganização proposta prevê a transformação da Bunge Fertilizantes em subsidiária integral da Fosfertil.

Segundo comunicado enviado pela Fosfertil à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o processo prevê "a conversão de todas as ações preferenciais de emissão da Fosfertil em ações ordinárias, com direitos equivalentes, inclusive o de serem incluídas em eventual alienação de controle (tag along), em igualdade de condições com o acionista controlador", além do aumento dividendo mínimo obrigatório de 25% do lucro líquido para 27,5%.

Diz o comunicado que "para os fins da relação de troca a ser estabelecida para a incorporação, serão considerados os valores econômicos da Fosfertil e da Bunge Fertilizantes sem considerados efeitos da pretendida reorganização (stand alone), na data base de 30 de setembro de 2006". Conforme avaliações preliminares, o valor econômico de 100% das ações da Bunge Fertilizantes chega perto de R$ 2,5 bilhões. No caso da Fosfertil, cálculo semelhante resulta em pouco mais de R$ 3,2 bilhões.

Barbosa avalia que, como o Brasil depende de importações e as grandes empresas estrangeiras do segmento estão se fundindo, é preciso conferir musculatura para garantir o futuro da Fosfertil. Esta abastece 33% do consumo nacional de nutrientes derivados do fosfato e 20% no caso dos nitrogenados. Como fabricante de matérias-primas, a Bunge responde por 7% dos fosfatados e, na ponta, por 28% das vendas de produtos acabados.

Fonte: Jornal Valor Econômico


Mais informações no clique no link: FUSAO DA FOSFERTIL & BUNGE


Diário de Bordo

Diário de operações: ter o seu tornará mais fácil aprender com os erros

Disciplina. Esta é, sem dúvida, a dica número um de muitos traders de sucesso para quem está dando os primeiros passos no mercado de ações ou para quem quer aprimorar sua estratégia.Porém, em grande parte das vezes falar pode ser fácil, enquanto permanecer "na linha", nem tanto. Por isso, os analistas Leandro Ruschel e Alexandre Wolwacz têm uma dica interessante: monte seu diário de operações.

Simples, mas trabalhoso

Colocar a recomendação em prática pode parecer trabalhoso, mas é uma tarefa bem simples. Para cada operação que montar, crie uma página que contenha o gráfico e os motivos que o levaram a iniciar o negócio. Quando encerrar a transação, reimprima o gráfico e destaque o seu lucro ou prejuízo.


Compare suas projeções com o que realmente aconteceu, revisando e estudando sua análise e os passos do mercado. Se tudo correu bem, ótimo. Mas, se a operação fechou no vermelho, é aí que começa a missão do seu diário.


Aprender com o erro pode não ser tão fácil

Com ele, será possível reavaliar os motivos que fizeram o negócio parecer atrativo e identificar os erros de análise, o que será seu primeiro para não cometê-los novamente.


Você pode se perguntar: mas, para quê tudo isso? Acontece que, quando um erro passa sem registro, a tentação a esquecê-lo é muito grande e, quando isso acontece, aprender com ele fica mais difícil.


Não se torture

Mas, é importante ter em mente que este diário não deve ser usado como um instrumento de tortura, mas como uma fonte de análise e crescimento. Acredite, ele pode ser um dos melhores livros de aprendizado que você terá.


O trabalho para estudá-lo e mantê-lo atualizado será muito grande, mas, além de valer a pena, deverá manter o investidor ocupado durante os períodos em que o mercado não te der nenhuma oportunidade clara de ganhos


Fonte: Infomoney



segunda-feira, 18 de dezembro de 2006

5 DICAS P/AUMENTAR SEU PATRIMÔNIO

Dica 1: Transforme a economia em algo automático
Contrate planos de aplicação programada, que direcionam mensalmente uma certa quantidade de dinheiro de sua conta para um fundo de investimento. O cliente pode conversar com o gerente do banco sobre a quantia que deseja aplicar. Dessa forma, os juros vão começar a incidir sobre a renda imediatamente e você não corre o risco de gastá-la.

Dica 2: Tire vantagem dos impostos
Faça uso das contas de investimento, uma modalidade que tem como finalidade exclusiva realizar aplicações financeiras, permitindo ao cliente mudar de investimento para outro sem pagar CPMF. A incidência da contribuição ocorre apenas no ingresso de recursos.

Dica 3: Faça suas ações trabalharem para você
Aplicar em ações é um investimento com retorno maior, porém, com mais risco. Segundo o consultor Gustavo Cerbasi, os investidores podem aplicar a "regra do 70", criada pelo professor Jurandir Macedo. Subtraia a sua idade do número 70, o resultado será a porcentagem de sua renda que deverá ser aplicada. Cerbasi explica que o ideal é investir em empresas sólidas, com crescimento sustentável, como as chamadas "blue ships", como Petrobras, Banco do Brasil, Bradesco, Vale do Rio Doce, Gerdau, CSN. O consultor prevê que a média de retorno nos próximos anos para esse tipo de investimento ficará em torno de 20%.

Dica 4: Incremente sua capacidade de ganhar dinheiro
Como os números mostram, o jeito mais fácil de se tornar um milionário é ter um salário "gordo". Se você for jovem, tente incrementar seu currículo com um MBA e uma pós-graduação. Se estudar não está nos seus planos, tente saber o máximo possível sobre sua profissão. Mantenha-se atualizado com o mercado para ter mais poder de barganha na hora de negociar seu salário. E leia publicações de sua área para ampliar os horizontes.

Dica 5: Não pare de economizar
Lembre-se: só porque você parou de economizar não significa que a inflação vai estagnar. A cada ano que passa, R$ 1 milhão vai valer menos e menos - e você vai precisar de mais dinheiro para continuar a manter seu estilo de vida. Segundo a rede CNN, um americano em 1976 precisaria hoje de US$ 3,5 milhões para ser considerado um milionário (ter o poder de compra de R$ 1 milhão na época).

Fonte: ND

ANBID Projeta 30 Novas IPO´s para 2007

Segundo o vice-presidente da entidade, Luiz Fernando Resende, a projeção leva em conta as nove ofertas em análise atualmente pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). "Com base no nosso acompanhamento, o mercado brasileiro certamente terá pelo menos mais 21 operações", calculou.

Segundo Resende, as ofertas públicas iniciais de ações (IPOs, na sigla em inglês) deverão se concentrar mais uma vez no setor de construção civil. "O segmento, que já tem a maior quantidade de empresas representadas na Bolsa, deve aumentar esta vantagem", afirmou. Ele também acredita em uma demanda maior das empresas do agronegócio em 2007.


O executivo destacou ainda a elevada participação do investidor estrangeiro nas ofertas de ações, de 75% em média. No entanto, o presidente da Anbid, Alfredo Setúbal, espera uma alocação maior no mercado local das novas operações em conseqüência do interesse dos fundos de investimento e dos fundos de pensão. Pelas estimativas da Anbid, a participação de renda variável na carteira dos fundos, atualmente em 14%, deverá dobrar.


Fonte: AE - Agência Estado

Construção Civil terá seu 1o. representante no Indice da BOVESPA

Hoje, a Bovespa divulgou a segunda prévia da carteira teórica do Ibovespa que vigorará entre os dias 2 de janeiro a 30 de abril de 2007, com a novidade, em relação à primeira prévia, da entrada dos papéis ON da Cyrela (CYRE3).

Setor em expansão
O cenário macroeconômico estável e o déficit habitacional no País de, aproximadamente, 7,2 milhões de unidades colocam a indústria imobiliária em um patamar extremamente promissor para o próximo ano.

Nesse contexto, a Cyrela terá que expandir os seus mercados de atuação para participar mais ativamente deste bom momento para a construção civil. Com o foco na demanda de potenciais clientes de alta e média-alta renda nas regiões metropolitanas de São Paulo e do Rio de Janeiro, a Cyrela é uma das maiores incorporadoras de edifícios residenciais de alto padrão.

CLIQUE AQUI e conheça a composição da carteira BOVESPA que vigorará no 1o. quadrimestre de 2007.

Lopes (codigo LPSB3) bem na foto!

Após oferta secundária de ações ordinárias, os papéis da Lopes, listados no Novo Mercado da Bovespa, sob o código LPSB3, estrearam em forte alta no pregão desta segunda-feira.

Os papéis iniciaram o dia cotados a R$ 20,75, 3,75% acima do preço fixado no processo de bookbuilding (R$ 20,00). A tendência de alta manteve-se durante a sessão e as ações encerraram o dia cotadas a R$ 23,15, alta de 15,75%, após 6.672 negócios, que movimentaram R$ 151,45 milhões

Captação superou os R$ 412 milhões
Considerando as 20.640.000 ações ordinárias ofertadas, a operação corresponde a um montante total de R$ 412.800.000,00. A quantidade de ações ainda pode ser acrescida em 35%, na forma de lote suplementar e adicional.

O rateio sucessivo e igualitário estipulou um valor de corte, para os pedidos de reserva na oferta de varejo, em R$ 4.500,00, o que corresponde a 225 ações.

Os pedidos de reserva até este valor foram atendidos integralmente. As "Pessoas Vinculadas" foram excluídas da oferta.

quinta-feira, 14 de dezembro de 2006

Só para dar um doce... COSAN (CSAN3)


Rompeu o "caixote" com um volume interessante... veja o gráfico....

Ganho concreto

Materia publicada no JORNAL VALOR de 14/12/06
Uma combinação de fatores deu novo brilho ao investimento no setor imobiliário. Juros em queda - reduzindo a competição com títulos públicos -, melhores condições tributárias e o desenvolvimento de modelos mais líquidos de aplicação via mercado de capitais impulsionam novos produtos e ampliam as opções para o aplicador. Elas vão desde a compra de terrenos até ações de empresas do setor, passando pelas Letras Hipotecárias (LH), Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), fundos imobiliários, entre outras.

O juro mais baixo não apenas motiva a aplicação em imóveis para a diversificação como também serve de combustível para que o setor avance com mais velocidade, ao favorecer tanto o investidor como aquele que precisa do crédito para montar empreendimentos. Dessa forma, chegam ao mercado também mais alternativas de aplicação. Em 2006, por exemplo, depois de quase dois anos praticamente parado, o mercado de fundos imobiliários voltou a apresentar lançamentos, assim como as cotas dos antigos fundos passaram a ser mais negociadas em bolsa. "O juro alto era predador dos empreendimentos imobiliários", diz Sergio Belleza Filho, responsável pelo setor na Coinvalores. "Embora o cenário já tenha melhorado, o potencial para o mercado de investimentos no setor ainda é bastante elevado."

Além da queda do juro, no fim do ano passado, fundos imobiliários negociados em bolsa e CRIs passaram a ser isentos de recolhimento de imposto de renda para pessoas físicas. Até então, incidia sobre o investimento alíquota de 20%. Com isso, a rentabilidade dos ativos ganha ainda mais força quando comparada à remuneração líquida de investimentos em renda fixa, cuja alíquota pode variar de 15% a 22,5%.

Aplicações em ativos imobiliários, porém, têm uma distinção bastante elevada entre si. Entre os fundos, por exemplo, há uma grande disparidade, de 4% a 21% de retorno no ano. Da mesma forma, o risco também é bastante diferenciado entre os empreendimentos. Nos fundos de um único empreendimento, caso do prédio Almirante Barroso, cujo inquilino é a Caixa Econômica Federal, o risco é totalmente ligado a essa empresa. No caso de fundos de shopping centers e empreendimentos comerciais, há pulverização do risco e mais variáveis na decisão, explica Fabio Nogueira, da Brazilian Mortgages. "No caso dos fundos, é preciso olhar com atenção os prospectos dos empreendimentos e entender a viabilidade dos projetos e seus riscos."

A melhora relativa dos investimentos em fundos imobiliários tem feito disparar o volume de negócios de cotas na bolsa (ver gráfico). "Hoje, é mais difícil encontrar cotas para comprar do que vendê-las e resgatar o dinheiro", diz Nogueira. E a expectativa é de que diversas empresas lancem fundos imobiliários nos próximos meses.

Outra modalidade que vem atraindo investidores, principalmente aqueles de alta renda, é a chamada "built-to-suit". A aplicação tem lastro na construção de um imóvel de acordo com as necessidades de uma empresa, numa operação casada com um contrato de aluguel de longo prazo. Nesse caso, os investidores normalmente procuram oportunidades que ofereçam 1% de retorno ao mês, além do IGP-M. No caso de contratos para agências de bancos, o contrato de locação é em média de cinco anos, com renovação automática por mais cinco. Já no caso de galpões de armazéns para empresas de primeira linha, o contrato é dez anos, explica Eduardo Goldstein, diretor da EG Negócios, empresa intermediadora de operações no mercado imobiliário.

A operação geralmente funciona da seguinte maneira: um banco ou empresa, por exemplo, quer abrir 50 agências. A intermediadora procura investidores e abre Sociedades de Propósito Específico (SPE) para cada um dos imóveis que serão construídos. Os investidores compram cotas dessa SPE e bancam a construção. Na entrega das chaves, começa a vigorar o contrato de aluguel. Segundo Goldstein, a SPE oferece a possibilidade de o investidor pagar um imposto de renda menor, entre 9% e 10%, enquanto que a tributação da pessoa física é de 15% ao mês.

Essa operação é diferente de um CRI, no qual um incorporador vende uma carteira de recebíveis imobiliários para uma empresa securitizadora, que emitirá os certificados. Na semana passada, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) flexibilizou as regras para a emissão de CRIs com valor mínimo para aplicação abaixo de R$ 300 mil. "Dessa forma, tende a vir a mercado finalmente o CRI de varejo", avalia Luiz Eugenio Junqueira Figueiredo, diretor da Rio Bravo.
Neste ano, aqueceram-se também os mercados de Letras Hipotecárias (LH) e Letras de Crédito Imobiliário (LCI). No primeiro caso, investidores podem adquirir a partir de R$ 20 mil títulos lastreados em hipotecas. A LCI tem como garantia créditos de alienação fiduciária. Ambos são encontrados em bancos, como a Caixa, e companhias hipotecárias, e tem garantia do Fundo Garantidor de Crédito até R$ 60 mil por investidor. O retorno médio está em torno de 81% do CDI, já sem o imposto.

Na bolsa de valores, o setor de construção também foi destaque ao longo de 2006. Houve nove lançamentos de ações, que já somam mais de R$ 3 bilhões em ofertas. Foram a mercado Gafisa, Cyrela, Abyara, Rossi, Brascan, Company, Klabin Segall e, mais recentemente, São Carlos Empreendimentos e a Lopes.

Lopes (codigo LPSB3) sai a R$ 20

A imobiliaria LOPES teve como preço de lançamento a importância de R$ 20, dentro da faixa previamente estipulada de R$17 a R$22.

quarta-feira, 13 de dezembro de 2006

Se MM para vc é só chocolate... PAY ATTENTION!!!

MM = MONEY MANAGEMENT OU GESTÃO DO DINHEIRO....

Operando ações: entenda o que os especialistas querem dizer com gestão do dinheiro

Para ser bem sucedido no mercado de ações, um operador iniciante precisa desenvolver uma série de habilidades, tanto psicológicas como técnicas. Talvez uma das mais importantes seja a da disciplina.

Em seu livro Aprenda a Operar no Mercado de Ações, Alexander Elder, operador profissional e psiquiatra por formação, defende que as operações bem sucedidas são baseadas em três princípios básicos: Mente, Método e Dinheiro."Mente é psicologia de operações, Método é análise de mercado e Dinheiro se refere à gestão de risco. Este último é fator decisivo para o sucesso", enfatiza.

Ofício de gerenciar o capital
Qualquer jogador pode ir a um cassino e ganhar dinheiro em uma única partida ou em uma série de partidas de poker. Mas quantos voltam para casa com mais dinheiro do que entraram no cassino?Elder explica que gestão do dinheiro é o ofício de gerenciar o capital de operação. O objetivo é acumular patrimônio, reduzindo o prejuízo nas más operações e maximizando o lucro nas boas operações.

Em um primeiro momento, o foco é a sobrevivência; passado esse estágio, a prosperidade. Poucos operadores têm capacidade para criar suas regras de gestão do dinheiro e um número menor ainda a disciplina de segui-las à risca. "O mercado seduz os operadores para que transgridam as próprias regras", comenta.

Aprenda a se proteger das pequenas perdas
Elder acredita que os mercados "matam" os operadores de duas formas: com uma única mordida, quanto de forma bastante equivocada se coloca todo patrimônio em uma única operação desastrosa, ou com uma série de pequenas perdas, que não são mortais isoladamente, mas que juntas destroem qualquer patrimônio.

Como forma de proteção, Alexander Elder apresenta duas regras básicas. A primeira sugere que o limite de perda de uma única operação nunca pode superar 2% de sua conta total de operações no mercado.Por exemplo, se sua carteira for de R$ 100 mil, o máximo que você pode arriscar a perder em uma única operação de curto prazo é R$ 2 mil. Vejamos: com uma meta de lucro de 30%, você compra uma ação a R$ 10 e colocar o stop a R$ 8, o que significa arriscar R$ 2 por ação.Dividindo o máximo aceitável pelo risco por operação, que é R$ 2 mil, pelo risco máximo por ação, que é R$ 2, você tem o número de papéis que se pode comprar, ou seja, mil ações, que equivale a R$ 10.000, ou um máximo de 10% de sua carteira.

Seguro contra grandes perdas
A segunda regra básica de Elder sobre gestão do dinheiro em operações de curto prazo diz respeito à proteção contra grandes perdas. O especialista recomenda a suspensão das operações e revisão das estratégias sempre que o valor da carteira de operações cair mais de 6% em um mês.Por exemplo, um operador que tenha uma conta de R$ 100 mil pode se arriscar a perder no máximo R$ 6 mil por mês e, lembrando da primeira regra básica de Elder, em três operações onde as perdas estão limitadas a R$ 2 mil, ou 2% da carteira total.

Quantas operações posso realizar por mês?
Quer dizer que se eu tiver uma carteira de R$ 100 mil e seguir os ensinamentos anteriores poderei realizar apenas três operações por mês? Elder explica que não é bem assim. O experiente operador ensina que tudo vai depender do desempenho dos seus investimentos e de onde você coloca os seus stops, ou limite aceitável de perdas.

Vamos supor a seguinte situação: após analisar friamente um papel e criar um plano de negócios, um investidor calcula o stop e compra a ação A, colocando em risco 2% de seu patrimônio. No dia seguinte, resolve realizar a mesma operação, mas com as ações B e C, assumindo ao todo o risco de perder até 6% do seu capital.

Alguns dias depois, a ação A sobe e o investidor eleva o seu stop para o preço que pagou pelo papel, ou ponto de equilíbrio. Isso quer dizer que agora ele só está exposto a perdas de até 4% do seu capital, uma vez que apenas os investimentos nas ações B e C ainda estão expostos a possíveis perdas.Essa situação mostra que, enquanto você estiver ganhando, o volume de suas operações mensais será ilimitado e, por outro lado, em um movimento extremante favorável ao seu patrimônio, quando suas operações terminarem em resultados negativos, suas perdas estarão limitadas a 6% da carteira total. Interessante? Então siga sempre o plano e bons investimentos!

PTBL4....Essa foi uma dica e tanto.. hein?

Bom.... para não dizer que não falei em flores...

Lembram-se do post do inicio do mês de dezembro, onde apontei para o possível pivot de alta da PTBL4... quem pensou no que apontei, e "comprou a idéia" como o Vinicius que deixou um comentario e entrou a 1,27.... TEVE UM OTIMO RETORNO!!!

Façamos as contas... hoje ela fechou a 1,50 (para ser conservador.... pois bateu 1,55)... 1,50/1,27=> 18,11% em 12 dias.. nada mal né?

Clique e veja o link postado dia 01/12......


http://bussoladefinancas.blogspot.com/2006/12/ptbl4-portobelo.html


BON$ INVE$TIMENTO$

terça-feira, 12 de dezembro de 2006

BNDES prorroga prazo de compra para debêntures

Os interessados em investir nas debêntures da BNDESPar, empresa de participações do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), ganharam mais alguns dias para fazer a reserva dos papéis. O banco de fomento decidiu ontem prorrogar o período, que terminaria hoje, para quinta-feira, dia 14. Esta é a maior operação de venda de debêntures para a pessoa física realizada até agora. Os papéis são títulos de renda fixa de longo prazo e serão vendidos também para os investidores de varejo, que poderão aplicar entre R$ 1 mil e R$ 500 mil. O vencimento do papel será em 15 de janeiro de 2012.

Serão oferecidas 500 mil debêntures simples, numa operação de R$ 500 milhões. Desse total, 30%, ou R$ 150 milhões, vão para investidores de varejo. No caso da oferta da BNDESPar, o papel é indexado ao IPCA - índice usado na meta de inflação do Banco Central - e paga juros anuais a partir do segundo ano. O juro é de 6% ao ano, mas o retorno final vai depender do desconto, ou seja, de quanto o investidor vai pagar pelo papel.

Se houver um desconto alto, o investidor ganhará mais. Isso porque ele receberá 6% ao ano de juros mais o IPCA sobre R$ 100,00, mas terá comprado o papel por um valor menor, de R$ 90,00, por exemplo. Esse desconto é necessário para que a debênture pague uma taxa próxima à que o investidor conseguiria na Tesouro Direto ao comprar uma NTN-B, que segue o mesmo indicador e pagava ontem 8,41% ao ano mais IPCA
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Pensamento

"As esplêndidas fortunas - como os ventos impetuosos - provocam grandes naufrágios." Plutarco

Plutarco, historiador e moralista grego. Foi o maior biografo da Antiguidade Clássica, autor das "Vidas Paralelas". Obra famosa na cultura ocidental por conter relatos sobre as vidas de Alexandre, Julio César, o orador Demóstenes e o grande advogado e filósofo Cícero. É uma coleção de narrativas sobre figuras ilustres do mundo greco-romanos: imperadores, reis, príncipes, aristocratas, estadistas, oradores, generais, e conquistadores, que deixaram para sempre o seu nome nos anais da história.

BEES3: +80,43% só hoje!!! Coincidências???

Findes recomenda ao governador Paulo Hartung vender o Banestes
09/12/2006 10:00:21 - Jornal A Gazeta

A Federação das Indústrias do Espírito Santo (Findes) encaminhou sugestão ao governador Paulo Hartung para a venda do banco estadual, Banestes. A entidade sugere a incorporação por instituições financeiras públicas como Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal ou mesmo a venda para um banco privado.A sugestão foi feita durante a campanha eleitoral deste ano e foi formalizada em documento.

A justificativa para a medida é que não existiria mais espaço para bancos estaduais na atual estrutura financeira do país. A falta de espaço ocorre devido à concentração das agências em mãos de poucos grupos privados e, também, devido à segmentação das instituições em serviços específicos.Não se trata, segundo o presidente da Findes, Lucas Izoton, de uma proposta fechada. "O que queremos é colaborar com a discussão das questões importantes do Estado.

Os especialistas do setor dizem que o Banestes está hoje no auge da sua valorização e seria, portanto, um bom momento avaliar a sua venda. Caso contrário, uma nova proposta de atuação precisa ser discutida para que ele mantenha o desempenho que obteve nos últimos três anos". Os boatos sobre a venda do Banestes ganharam força no mercado financeiro. Motivo de polêmica no governo de José Ignácio, a venda da instituição chegou a ser aprovada pela Assembléia Legislativa no final de 2001, mas acabou não ocorrendo.

Na sua primeira campanha para o governo do Estado, Hartung assumiu compromisso com os funcionários de não vender o banco. Hartung retornou nesta seta-feira de uma viagem aos Emirados Árabes, mas não se pronunciou sobre o fato. O presidente do Banestes, Roberto Penedo não quis comentar o assunto. Disse apenas que "a informação sobre a venda não tem fundamento". "Não sei de onde surgiu este boato", afirmou.

A sonhada independência financeira está ao alcance de todos

Eu não poderia ter escrito melhor... Vale a leitura atenta....

Ter o próprio negócio é a simplificação mais recorrente entre os brasileiros do conceito de independência financeira. Um perigo. Na verdade este é um atalho muito arriscado e que pode, na verdade, levar para um precipício financeiro. O fato é que são pouquíssimas as empresas que conseguem ultrapassar o primeiro ano de vida e mais raras ainda aquelas que emplacam mais de cinco anos de atividade.


Há também aqueles que acham que independência financeira é parar de trabalhar. Outro erro. Num mundo em que fazer 100 anos torna-se cada vez mais freqüente, deixar de ter uma receita regular é para poucos. Além disso, trabalhar pode ser extremamente prazeroso quando se faz o que gosta com pessoas que você admira.


Mas o que seria independência financeira? Esse é um conceito que mudou muito nos últimos anos. Na próxima edição da revista ValorInveste, que chega às bancas esta semana, há uma extensa investigação sobre o tema e a reportagem de capa mostra brasileiros que conseguiram alcançar a independência financeira. Há diversos perfis de profissionais, de autônomos a banqueiros e até mesmo gente que construiu o seu próprio negócio, como Marianella Alarcon e o marido José Pedro Sousa.


Os dois acabam de inaugurar a primeira loja daquela que será uma rede exclusiva para soluções de tecnologia ainda não usadas no Brasil, a Tybo. "Planejamos esse passo com muito cuidado, avaliando riscos e traçando metas financeiras para não cair numa armadilha", diz Marianella. Com mais de dez anos no mercado financeiro, nos últimos três anos como executiva do Unibanco, essa venezuelana de mãos seguras fica com o controle de cada centavo investido no projeto, para que o empreendimento não comprometa a saúde financeira da família. "Sempre tivemos a meta de abrir um negócio próprio depois dos 40 e conseguimos", diz ela. "Mas nunca pensamos em parar de trabalhar."


Sousa tem uma longa experiência no setor de tecnologia de informação, nos últimos anos como executivo da Microsoft. Assim, eles reuniram seus talentos e criaram um conceito novo de serviços em TI. Um dos públicos alvos da Tybo são pessoas que como eles também querem ter seu próprio negócio. Para esse segmento, a Tybo vende não só softwares para montar um "business plan" como também põe à disposição para os interessados atendentes, livros e até palestras agendadas sobre o tema. "Há muitas pessoas que querem montar seu negócio e nem sabem por onde começar", diz Sousa.


Este é o ponto. Para montar o próprio negócio ou atingir a independência financeira é fundamental fazer contas. Do contrário, seu fôlego financeiro vai durar pouco. E, na maior parte das vezes, não há essa preocupação. Outro aspecto de extrema importância: abaixe as expectativas. Muita gente acha que para ter independência financeira é fundamental ser rico. Engano.


A verdade é que o que vai deixá-lo feliz custa pouco e não é necessário ser milionário para ser financeiramente independente. Mas é fundamental que, primeiro, você defina seu estilo de vida. Depois, risque os excessos de sua vida. Os excessos podem não só tirá-lo da rota da independência financeira, mas, principalmente, debilitar sua saúde financeira e por tabela seu bem-estar profissional e familiar.


Este é um tema que vale uma reflexão com base em alguns estudos publicados por diversas universidades. Os pesquisadores têm chegado à conclusão que as pessoas mais felizes são aquelas que dedicam mais tempo ao que gostam de fazer, aos amigos e à família. O problema é que quando você acumula demandas financeiras tem de cada vez mais abrir mão desse tempo para ter o suficiente para pagar as obrigações que se acumulam mensalmente.


Dessa forma, o dinheiro que você trabalha tanto para ganhar não consegue atingir aquele que deveria ser seu principal alvo: seu bem-estar ou "comprar" sua felicidade. Mas o que é ainda pior é que você se obriga a diariamente engolir os muitos sapos que encontra na sua rotina de trabalho simplesmente porque não pode abrir mão daquela receita. É uma armadilha e para conseguir se livrar dela será necessário ter racionalidade.


Independência financeira não é ficar em casa sem ter o que fazer, mas basicamente ter a liberdade de escolher o que fazer e ter tempo para desfrutar suas conquistas. Quem está às voltas com as contas no fim do mês para pagar sequer presta atenção a essas conquistas.


Por isso, observe o que disse o professor David Schkade, da Universidade da Califórnia, em San Diego, em uma entrevista recente ao "The Wall Street Journal": "Quando alguma coisa boa acontecer, você precisa encontrar uma forma de segurá-la por muito tempo". O melhor caminho é comemorar as conquistas em família, com um jantar ou uma viagem, por exemplo. A lembrança desses momentos é a forma de eternizar a felicidade.


Mara Luquet é editora da revista ValorInveste e autora do livro O Assunto é Dinheiro, escrito em parceria com o jornalista Carlos Alberto Sardenberg
E-mail
mara.luquet@valor.com.br

segunda-feira, 11 de dezembro de 2006

IPO Positivo.... Muita calma nesta hora!

Pois é pessoal... Nem tudo que reluz é ouro.... A IPO da Positivo prometia ser muito interessante, pois o rateio foi alto, e fechou o bookbuilding no limite máximo de R$ 23,50.

As ações da Positivo Informática, de código POSI3, tiveram queda de 1,91% em seu primeiro dia de negociação na Bovespa --terminaram a segunda-feira a R$ 23,05. Lançadas a R$ 24, chegaram a subir 2% pela manhã, até o preço máximo de R$ 24,48, mas não se sustentaram, apesar do clima positivo do mercado: a Bolsa brasileira avançou 0,74% hoje.

O preço atingiu o topo das expectativas - que era de uma comercialização dos papéis por entre R$ 17,50 e R$ 23,50.Além disso, houve rateio para os pedidos de reserva de pequenos investidores. Foram atendidas integralmente apenas as ordens de até R$ 2.820. Todas as demais ordens compraram esse mesmo valor.Ou seja, mesmo que alguém tenha reservado R$ 300 mil, comprou no máximo R$ 2.820, ou 120 ações.Uma última indicação de forte procura foi a quantidade de ações vendidas. A oferta prevista era de 21,95 milhões de ações, mas os investidores compraram 2,195 milhões de ações além disso. O resultado foi que a empresa levantou pouco mais de R$ 51 milhões acima do máximo esperado com a oferta.

Contudo, hoje a ação fez um trajeto inverso ao que se imaginava e muitas "sardinhas" pularam fora com medo de uma nova Ecodiesel (ECOD3) ou UOL (UOLL4).

Porém, vale ressaltar que a Positivo Informatica possui características diferentes, do pto. de vista fundamentalista, apresentou bom resultados..... Há que ser paciência e tolerância às variações do mercado de renda variável, não dá para acertar em todas, nem tampouco esperar que as IPO´s sempre saiam com 10%, 15%, 20% de lucro no 1o. dia....

O grupo paranaense Positivo nasceu há mais de 30 anos como uma empresa de educação (atualmente tem colégios, cursinhos, escolas de língua e faculdades). Em 1989 fundou a Positivo Informática, que produz computadores, softwares e soluções educacionais para o mercado nacional e internacional.A Positivo Informática, que abriu o capital, vendeu 161 mil computadores (desktops e laptops) apenas no primeiro trimestre deste ano, o que lhe garantiu a liderança do setor no Brasil, segundo a consultoria IDC.

Minha recomendação é que cada um sempre avalie bem seu nível de tolerância ao risco, bem como o "payback" esperado do investimento....

Lembrem-se de Nelson Rodrigues: "Toda unanimidade é burra"....

BON$ INVE$TIMENTO$...

sábado, 9 de dezembro de 2006

Debêntures BNDESPar II: Info Adicionais

Para quem pensa em medio a longo prazo, é uma alternativa que começa cada vez mais a ficar atrativa.....


Os interessados em investir nas debêntures da BNDESPar, empresa de participações do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), conseguiram algumas vantagens adicionais. Além da isenção da taxa de corretagem na compra dos papéis em muitas corretoras - só haverá cobrança quando o investidor vender o papel -, quem comprar a debênture pagará menos para guardá-la na Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia (CBLC).

Outra boa notícia para os investidores é que o Bradesco e o Banco do Brasil oferecerão diariamente preços de compra e venda para as debêntures, permitindo ao investidor se desfazer do papel antes do vencimento. Eles farão o papel de formadores de mercado para os títulos.

O acordo dá uma vantagem às debêntures do BNDES em relação aos papéis do Tesouro Direto, sistema de negociação de títulos federais via internet para o varejo. No Tesouro Direto, há normalmente cobrança de corretagem anual, que pode chegar a 4% em algumas corretoras, e também há taxa de custódia, de 0,40% ao ano.


Esta é a maior operação de venda de debêntures para a pessoa física realizada até agora. O vencimento do papel acontece em 15 de janeiro de 2012. O prazo de reserva vai até o dia 12 de dezembro. Os investidores de varejo poderão aplicar entre R$ 1 mil e R$ 500 mil. Serão oferecidas 500 mil debêntures simples, numa operação de R$ 500 milhões. Desse total, 30%, ou R$ 150 milhões, vão para investidores de varejo.


Além das taxas, porém, o investidor terá de ficar atento à rentabilidade que o papel pagará e que dependerá do preço que a debênture vai alcançar no leilão. Se houver um desconto alto, o investidor ganhará mais. Isso porque ele receberá 6% ao ano de juros mais o IPCA sobre R$ 100,00. Se houver um desconto de 10%, por exemplo, o retorno será maior pois o investidor terá comprado o papel por R$ 90,00.
O deságio é necessário para que a debênture pague uma taxa próxima à que o investidor conseguiria no Tesouro Direto ao comprar uma NTN-B, que segue o mesmo indicador e pagava ontem 8,5% ao ano mais IPCA.


Vale lembrar que o investidor pessoa física não participará do processo de formação de preço das debêntures. O desconto que o papel será calculado com base na intenção de compra dos investidores institucionais - fundos de pensão, seguradoras e fundos de investimento. Isso quer dizer que os valores indicados nos pedidos de reserva no varejo não serão computados para a fixação do preço. O que se espera, no entanto, é que os institucionais puxem esse deságio para cima para terem um papel com retorno interessante.


O desconto tem de ser maior que 10% para a debênture valer a pena frente ao papel do Tesouro Direto, diz José Pio Martins, economista e autor do livro "Educação financeira ao alcance de todos". Ele lembra ainda a questão da liquidez das debêntures, muito menor que a dos títulos do Tesouro Direto, que são recomprados semanalmente. Mas, na opinião do economista, os papéis se mostram uma opção interessante de investimento já que protegem o patrimônio contra a inflação e dão a chance de a pessoa física investir no BNDES. "É uma oportunidade de o investidor obter uma boa rentabilidade até 2012 e, houver algum problema inflacionário, o patrimônio estará protegido", diz.


Em termos de risco de crédito, não há praticamente diferença entre os papéis do governo e do BNDES, avalia o administrador de investimentos Fabio Colombo. O executivo chama a atenção, no entanto, para o fato de que o Bradesco e o Banco do Brasil oferecerão diariamente preços de compra e venda. Na visão dele, o investidor interessado em comprar o papel não deve aplicar mais do que 10% dos recursos aplicados em juros.

Conforme a procura dos investidores pelas debêntures, a oferta total poderá ser aumentada em até 20%, ou R$ 100 milhões. Caso a demanda no varejo supere a oferta, cada aplicador terá garantidas até 15 debêntures. Acima disso, o rateio será proporcional. A emissão é de debêntures simples, ou seja, no vencimento o papel será resgatado, e não convertido em ações.

É sempre bom lembrar que, apesar de o BNDES ser uma empresa pública, o governo federal não tem obrigação de honrar os compromissos do banco, que está sujeito a eventuais problemas de liquidez, como alerta o edital. Apesar de analistas acharem baixa a chance de o governo permitir um calote numa operação desse tipo.


Fonte: Jornal Valor de 08/12/06.

quinta-feira, 7 de dezembro de 2006

ATENÇÃO: Ultimas IPO´s de 2006

Eis as ultimas oportunidades do final de 2006
  1. LOPES CONSULTORIA IMOBILIARIA
    RESERVA DE 06/12 A 13/12
  2. SÃO CARLOS EMP. E PARTICIPAÇÕES
    RESERVA DE 04/12 A 11/12
  3. DUFRY SOUTH AMERICA (DUTY FREE SHOP)
    RESERVA DE 12/12 A 15/12

POSITIVO INFORMÁTICA ENTRA NA BOVESPA NA SEGUNDA-FEIRA

Empresa lidera mercado de computadores no Brasil.

As ações da Positivo Informática, que faturou R$ 650 milhões de reais nos primeiros nove meses deste ano, abrirão o pregão da segunda-feira a R$ 23,50, no teto da faixa estimada por coordenadores, entre R$ 17,50 e R$ 23,50 reais.


Nos últimos 18 meses, a empresa cresceu na esteira da isenção de PIS e Cofins para computadores de até R$ 2 mil. No fim de 2005, abriu nova fábrica no Paraná.

Esta promete ser uma BELA IPO!!! Tal qual ou melhor do que foi a da ODONTOPREV...

quarta-feira, 6 de dezembro de 2006

NOVA SEÇÃO: APRENDIZADO

Para os neófitos, criei uma seção denominada APRENDIZADO, onde poderão encontrar uma relação de livros e onde baixá-los GRATUITAMENTE, para ler em formato PDF.

Relação DE ALGUNS dos livros JÁ DISPONÍVEIS na figura ao lado.

1 - AXIOMAS DE ZURIQUE
2 - PAI RICO, PAI POBRE
3 - REMINISCÊNCIAS DE UM ESPECULADOR
4 - INVESTINDO SEM SORTE
5 - O HOMEM MAIS RICO DA BABILÔNIA
6 - AÇÕES - MANUAL DE AT

.....

Clique na figura para baixá-los.

Ou, se preferir, vá pelo link:

http://axiomatico.freehostia.com/ e clique em DOWNLOADS

Boa leitura!

NÃO SE ESQUEÇA DA MINHA CALOI E DO MEU BRINQUEDO ESTRELA

Certamente muitos já ouviram falar ou já tiveram a oportunidade de possuir um Brinquedo da Estrela, certo?

Quem sabe andar de bicicleta, já ouviu falar na Caloi também.

Pois bem, as ações da Estrela (ESTR4) e da Caloi (BCAL6) tem dado uma "pedalada" violenta nos ultimos dias... As previsões para a Estrela são para voltar ao patamar de 3,00 ou 3,35 (segundo alguns famos analistas, como Marcio Noronha). Quanto à Caloi... também há perspectiva de alta...

Lembre-se: não há segurança de que isto vá ocorrer, é apenas uma perspectiva, que me parece interessante. Tire suas próprias conclusões antes de investir (SEMPRE!)

terça-feira, 5 de dezembro de 2006

TABELA COMPARATIVA DE SISTEMAS DE AMORTIZAÇÃO

O link abaixo direciona para uma calculadora que faz um tabela comparativa entre as modalidades de amortização SAC x SACRE x PRICE.

http://financenter.terra.com.br/blocos/calculadora/pop_calc.cfm?calc=7

Vale a pena conhecer....

Para Refletir em Momentos de Euforia

"Não é a velocidade que mata, mas sim a parada brusca".

Não se trata de algum adágio popular entre guardas rodoviários ou motoristas de caminhões.

Corresponde a um provérbio atribuído aos banqueiros em um texto escrito por Rudiger Dornbusch, Ilan Goldfain e Rodrigo Valdés, sobre crises e colapsos cambiais. Desde a publicação deste artigo, após a crise mexicana em 1995, as demais crises em economias emergentes ilustraram a força do provérbio.

segunda-feira, 4 de dezembro de 2006

DICAS DE JOE ROSS

Joe Ross é um ponto de muita controvérsia... Trata-se de um investidor famoso nos EUA, ou melhor, um especulador famoso que utiliza Analise Gráfica....Sem fazer juízo de valor se ele é tudo o que dizem ou não, posto as considerações dele, que podem ser úteis....

Operando com ações: confira as dicas de Joe Ross para investir melhor

Você sabia que pouco mais de um décimo dos operadores consegue conduzir suas aplicações de curto prazo de forma lucrativa e que 70% dos operadores não apenas reduzem o capital investido, mas correm o risco de perder tudo o que aplicam?

As estatísticas são da NASAA (North American Securities Administration Association) e foram apresentadas pelo renomado analista técnico norte-americano Joe Ross, que no último final de semana veio ao Brasil ministrar seminário.

"Apenas 11,5% dos operadores apresenta habilidade para conduzir suas operações de curto prazo de forma lucrativa. Isso mostra que falta planejamento, que as pessoas chegam aos mercados despreparadas", avalia Ross.

Como entrar no time dos ganhadores?
Questionado sobre como um operador poderia minimizar os riscos e suas perdas e elevar suas chances de sucesso, Joe Ross apresentou algumas premissas, que, em sua opinião, são básicas e deveriam ser seguidas por todos os operadores, sem exceção.

Ross ressalta que a primeira tarefa a ser realizada por um bom operador será a de determinar qual mercado atuar e por quanto tempo. "Entender o funcionamento do mercado em questão é de grande importância, assim como determinar quanto tempo se pode esperar até que os resultados apareçam: horas, dias, semanas, meses, anos...".

O analista comenta ainda que métodos de gestão, tanto do dinheiro como do negócio, devem ser desenvolvidos e os objetivos bem determinados. Qual o propósito da operação a ser desenvolvida? O que você precisa para realizá-la? Os objetivos são realistas ou inalcançáveis?

Ross enfatiza que, antes de realizar uma operação, o operador deve ter em mente quantos contratos ou ações serão necessárias para atingir os objetivos. O analista indicou que os operadores bem sucedidos ganham, em média, 5% ao mês. Será que 5% de uma carteira de R$ 10.000,00 serão suficientes para responder às suas necessidades, ou suas expectativas superam R$ 500,00 por mês?

Gestão de riscos e determinação dos stops
Lembrando que no mercado o objetivo é a obtenção de lucro, mas que as perdas são usuais e factíveis, outro ponto defendido por Ross está relacionado à gestão de riscos e determinação dos stops, ou limite tolerável de perdas. Neste caso, existe o aspecto financeiro e emocional, explica Ross.

"Tem gente que não pode perder mais de 3% em uma operação. Já outros não aceitam perda nenhuma. Estes últimos, eu nem sei o que estão fazendo no mercado". Em complemento, Ross destaca que o bom operador é aquele que reconhece os seus erros, fecha o mais rápido possível a operação e parte para outra."

Em média, 75% das operações são mal sucedidas. A maioria dos operadores ganha em apenas 25% das vezes. A diferença entre o bom operador e o operador ruim é que o bom limita suas perdas e é rápido nas saídas. Não deixa as perdas acumularem. Já o operador ruim é demorado e, por isso, assume maiores perdas, na esperança de uma mudança, que quase nunca vem".

Aguarde a sua operação e não opere em demasia
Por fim, Joe Ross explica a importância de se determinar quantas operações se está disposto a fazer. Você pode operar o dia todo ou só algumas horas? Toda semana ou uma vez por mês?

O experiente analista acredita que o bom operador é aquele que não se preocupa com a quantidade de operações realizadas, mas sim com a qualidade destas.

"Aguarde a sua operação. A que você realmente visualiza boas perspectivas de ganhos. Se ela não aparecer não opere. Esqueça o mito que diz que o bom operador opera todo dia. Ele está errado!"

sexta-feira, 1 de dezembro de 2006

PERFIL DE INVESTIDOR OU DE INVESTIMENTO?

Finanças e Comportamento.. Tudo a ver... Afinal de contas, economica é uma ciência social, não podemos esquecer, não é mesmo?

E, como o "must" do momento é BF (rss.. não... não é o Blog Bússola de Finanças.. trata-se de Behavioral Finance ou Finanças Comportamentais), não poderia deixar passar em brancas nuvens a oportunidade de fazer menção ao belo texto publicado 30/11/06 no Jornal Valor, pelo brilhante Prof. Dr. William Eid Junior (FGV-SP), o qual conheço por meio de suas valiosas contribuições acadêmicas.


Isto posto, quero resgatar um conceito de RH, tido como clássico, que todos os que estudam Administração aprendem (ou deveriam ao menos). Trata-se da Pirâmide de Maslow, onde ele elenca nossas necessidades, desde as mais rudimentares e básicas como alimentação, segurança, até as mais elaboradas como necessidade de aceitação.


De certo modo, Finanças segue este conceito, e o texto do Professor Dr. William aborda esta idéia, aclarando a questão ao indagar: "o apropriado é se falar sobre perfil de investidor ou de investimento?".


E porquê desta pergunta? Muito simples, nós seres humanos variamos nossas atitudes em função do contexto associado, ou seja, se desejamos cuidar de nossa aposentadoria a tendência natural é sermos mais conservadores aos 50 anos do que aos 25, por exemplo. Por outro lado, se vamos aplicar uma sobra de caixa, aquele dinheiro que sobrou, poderemos estar mais dispostos a correr riscos e nos aventurar na bolsa de valores, por exemplo. Portanto, esta percepção intuitiva corrobora a noção de que não é apropriado falar em Perfil de Investidor e sim Perfil de Investimento, em função do objetivo e prazo de tempo associados ao mesmo.


É um assunto que me fascina e poderia escrever muito, o que certamente iria fastidiá-lo.


Contudo, em respeito a você, fiz este breve apanhado de idéais, a fim de suscitar a sua reflexão e atenção sobre o assunto.


Logo, daqui para frente ao verificar alguém fazer um questionamento sobre seu Perfil de Investidor, retruque... "perdão, você quis dizer perfil de investimento, certo?".


BON$ INVE$TIMENTO$

PTBL4 (PORTOBELO)

Faz tempo que não falo dela... hoje me achou a atenção o movimento...

Ao lado o gráfico com minhas considerações....

Vale a pena ficar atento, pois pode estar configurando um bonito pivot de alta!
R1= 1,28 / R2= 1,33
S1= 1,15 / S2=1,20

quarta-feira, 29 de novembro de 2006

Fibonacci: link interessante

Aqui vai a dica para quem quiser entender um pouco mais sobre esta ferramenta.

No Blog do amigo Rodrigo Fernandes há um video explicativo (em inglês), e um texto explicativo.

Vale a consulta pelo link: http://rodrifernandes.blogspot.com/2006/11/vdeo-retraes-fibonacci.html

COPOM baixa SELIC para 13,25% aa, sem viés.

Dava até para alguns estamparem a camiseta: "Eu já sabia!"

Porém, não foi tão simples assim baixar mais 0,5 pp na ultima rodada do ano. Tanto que não houve consenso! Foram 5 votos a favor de uma redução de 0,50 pp e, 3 pela reduação de 0,25 pp.

Esea é a 12º corte seguido desde Set/05 quando a SELIC estava em 19,50% aa. Após esta última reunião, fechamos o ano de 2006 em 13,25% aa, sem viés.

Com isso, fica cada vez mais atrativo o segmento de RENDA VARIAVEL, leia-se BOLSA, pois para buscar uma rentabilidade mais atrativa haverá que se adicionar um pouco mais de risco, fazendo valer a máxima "quanto maior o risco, maior deverá se o retorno esperado".

BON$ INVE$TIMENTO$

E para não deixar no esquecimento: BIODIESEL


A IPO mais conturbada dos ultimos tempos tem deixado muitos investidores tensos...

Em tempo: era previsto um preço de lançamento entre R$ 17 e R$ 22, e saiu a R$ 12!


1º - Na abertura (22/11/06) chegou a subir um percentual razoável (abriu em R$ 12,70) e depois caiu... (fechou em R$ 11,90)



2º - Deste dia em diante não parou de cair, fazendo com que muitos que "fliparam" de imediato ficassem felizinhos, felizinhos.... porém....



3º - Ontem e Hoje, recuperou e chegou a bater R$ 12,40. Isto fez com que alguns ficassem muito esperançosos... (fechou hoje, 28/11, na máxima em R$ 12,40)...


Há alguns que dizem que vai rumo aos R$ 14/15.... outros que é um "breve espasmo"...


Enfim... Não faltarão EMOÇÕES!!!


Vale a pena acompanhar

segunda-feira, 27 de novembro de 2006

Já pensou nas SMALL CAPS?

Certamente você já ouviu falar ou leu algo sobre Fundos Small Caps, por exemplo.
Mas você sabe o que são Ações tidas como Small Caps?

As Small Caps - também conhecidas como ações de 2ª e 3ª linhas - são ações de empresas de patrimônio líquido, liquidez e volume de negócios inferiores às ações Blue Chips.

Exemplos: Bicicletas CALOI... você já teve uma, não? Pois bem... BCAL6 hoje subiu 24%!!!

E a Sultepar? Conhece? Para os intimos... SULT4.. não te soa a nada? Tudo bem... para a maioria não quer dizer nada mesmo... mas hoje ela também subiu, e foram 16,45%!


Que quero dizer com isso?


Bom.. primeiro não estou dizendo para você sair correndo para comprar estas ações! ALTO LÁ!


O que desejo mostrar é que as SMALL CAPS podem ser uma boa fonte de diverisifcação da sua carteira, pois podem apresentar correlação negativa com o IBOVESPA, que hoje, caiu mais de 2%, por exemplo!


Claro, deve saber que a liquidez é um obstáculo adicional, e nada garante que estas ações subam, mas também nada garante que as ações do Ibovespa também subam... não é mesmo?


Meu propósito é oferecer a oportunidade de reflexão sobre as diversas formas de diversificar seus investimentos....


E por falar nisso.. já leu a materia sobre as Debêntures do BNDESPAR?



Já viu o comparativo de fundos de Renda Fixa? Também não?



Sabe que amanhã se encerra o prazo para a IPO da ODONTOPREV?



Tá na hora de você pesquisar mais informações aqui no BLOG, viu?

Construção em Ritmo Forte

A oferta e a demanda de imóveis estão se ampliando a ponto de especialistas já falarem em “boom” da construção civil e no “melhor momento do setor desde o Plano Real”, conforme reportagem publicada segunda-feira no Estado. O mais importante é que a oferta tende a atender às faixas da população de baixa renda.

Os recursos para a atividade provêm de várias fontes. O presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), Paulo Safady Simão, calcula que R$ 40 bilhões serão injetados na construção civil em 2006. Cerca de R$ 9 bilhões virão do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), ou seja, das cadernetas de poupança; R$ 5 bilhões corresponderão a financiamento próprio das construtoras; e R$ 26 bilhões serão recursos das pessoas que constroem por conta própria.


A esse montante se acrescentarão os recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), administrados pela Caixa Econômica Federal (CEF). Maior agente do crédito imobiliário, a CEF deverá liberar mais de R$ 9 bilhões do FGTS, em 2006, o dobro dos R$ 4,5 bilhões aplicados em 2004.A construção civil responde à oferta de crédito. Excluída a autoconstrução, sobre a qual os dados não são precisos, o número de unidades financiadas atingiu 393.700, em 2005, saltando para 421.083 nos primeiros nove meses deste ano. Mantido o ritmo no último trimestre, o número de financiamentos de 2006 ficará próximo do recorde histórico de 1980, quando 627 mil unidades foram financiadas pelo SBPE e pela CEF.


Além disso, a atividade da construção civil começa a se desconcentrar. A CEF aumentou de 1.936 para 4.592, em dez anos, o número de municípios onde realiza operações de crédito imobiliário. O ritmo de crescimento do volume de empréstimos imobiliários no interior é três vezes superior ao registrado nas capitais, segundo a Caixa. E o Secovi, de São Paulo, registrou aumento de 21,8% nas vendas, entre 2005 e 2006, um ritmo só inferior ao de 1994, no auge do Plano Real.


domingo, 26 de novembro de 2006

COPOM (28 e 29/11): Previsão para Selic é de 13,25%

Maioria espera novo corte de 0,5 ponto na 4ª-feira.

Que o corte da Selic virá na próxima quarta-feira, é certo. Mas, às vésperas da última reunião do Conselho de Política Monetária (Copom) do ano, o mercado financeiro está mais propenso a acreditar que o Banco Central (BC) dará continuidade ao ritmo das últimas reduções.

De 51 instituições financeiras consultadas pela Agência Estado, 40 prevêem que o corte será de 0,5 ponto porcentual, como ocorreu nas últimas quatro reuniões do Copom. Se a maioria estiver certa, a Selic encerrará 2006 em 13,25% ao ano.

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