sexta-feira, 17 de agosto de 2007

Efeito Manada

Caríssimos,

Sem dúvida comprovou-se hoje mais uma vez a exuberância irracional dos mercados.

Investimento em renda variável é variável de fato!

Afinal de contas, um Ibovespa registrando queda de quase 9% no intraday e fechando desvalorizado em 2,58% provoca muitas sensações, claro que negativas para a maioria!

Optando por vendas em massa, os investidores externos seguiram o chamado "efeito manada". A ordem que predominou era liquidar posições para compensar prejuízos em outros mercados. Neste contexto, em que os vendedores são bem mais numerosos que os compradores, as ações vão sendo vendidas a qualquer preço.

O que fazer agora?
Bom... aí depende do teu estômago... Aguenta mais volatilidade? Se sim, acalme-se que tudo isto vai passar... Se não, assuma o prejuízo....

Amanhã é um novo dia..... e depois virão outros..... e mesmo com crise subprime, creio que a bolsa seguirá como excelente alternativa de investimento frente à renda fixa no médio e longo prazos....

quarta-feira, 8 de agosto de 2007

Trocando em miúdos....

Caríssimos, muitos possuem dúvidas sobre expressões muito utilizadas no mercado financeiro.

Aqui vão algumas delas e seus significados.

O que são Hedge Funds?
A expressão Hedge, significa no jargão financeiro, proteção. Ou seja, é uma prática que os investidores lançam mão para proteger seus investimentos. Um exemplo rápido é o que ocorre com produtores de grãos. Sua safra só será colhida daqui a quatro meses e não dá para saber a que preço o grão estará até lá. Ele faz, então uma opção de venda, por um valor determinado, que ele considera suficiente para garantir seus custos e seu lucro. Se, ao chegar o momento de entregar o grão, o mesmo tiver subido muito, ele não ganha essa diferença, mas garantiu a manutenção de seu negócio. Caso caia muito abaixo do preço acertado, o comprador arcará com essa diferença, mas o produtor estará protegido. Sempre que algum agente econômico se posiciona de forma a proteger seu negócio de grandes oscilações, ele pode estar fazendo um hedge. Isso é comum nas empresas exportadoras, que mantêm elevada dívida em dólar, pois se o dólar cai, ele perde receita em R$, mas sua dívida em R$ também diminui, e vice-versa.

Qual a influência desses Hedge Funds na Bovespa?
Não são os hedge funds o problema, mas as compras alavancadas realizadas por eles (entre outras entidades) que transmitem um certo temor ao mercado. Uma compra alavancada, em resumo, significa a compra de um ativo por um preço atual mais alto do que ele vale, acreditando que os lucros desse ativo serão exuberantes. É como comprar um lote de terra, numa região promissora, pelo preço atual e registrálo pelo que ele pode vir a ser. Pois bem, os fundos, mundo afora, vêm participando de muitos projetos financeiros, pois a abundância de capitais vem sendo muito grande.

Na visão dos especialistas, esses fundos fizeram movimentos arriscados demais, alocando seus recursos em empresas cujo futuro pode até ser bom, mas não tão brilhante quanto
se esperava. O que ocorre é que, ao menor sinal de risco, os investidores tiram dinheiro desses fundos, que precisam vender ativos, às vezes com prejuízo, para cobrir as retiradas.

Quantas empresas foram compradas, quantas abriram capital ou aumentaram capital, quantas recorreram a empréstimos lastreados em suas ações nos últimos anos? Muitos e muitos bilhões de dólares estão emprestados e garantidos em ações dos tomadores. E se as ações não subirem tanto quanto se espera?

Uma pergunta: Se eu tenho ações de uma empresa X, que comprei há pouco e caiu 20%, mas comprei acreditando que subiria no curto ou no médio prazo, e também tenho ações de uma empresa brasileira que já subiu no ano 40%, vendo qual delas, a que já subiu 40% ou a que caiu 20%, mas eu acredito que vá subir?

Bom, é uma pergunta de resposta difícil, mas muitos estão vendendo os ativos brasileiros, que renderam muito no ano de 2007. Por conta disso estamos vendo uma correção nos ativos da Bolsa.

No mês de julho, a saída de capital de estrangeiros bateu recorde, atingindo o maior valor desde o plano real, R$ 3,2 bilhões. No dia 1/08/2007, foi registrada a saída de mais 700 milhões de reais.

As empresas parecem estar bem. Lucros recordes e desempenhos operacionais excelentes, além de demonstrações de que as exportadoras estão conseguindo reduzir as perdas com o dólar baixo. Infelizmente o volume comprador das pessoas físicas, investidores institucionais, empresas e instituições financeiras não são, ainda, suficientes para amenizar uma saída muito abrupta de capital estrangeiro, dada a grande participação desse grupo, hoje em torno de 35% do movimento da bolsa.

sexta-feira, 3 de agosto de 2007

AGOSTO: Segue dando DESGOSTO

Caríssimos,

A correção que muitos alardeavam encontrou eco em uma palavra nova para muitos: SUBPRIME!

Como se não bastasse, diante das adversidades do ramo subprime, a agência internacional de classificação de risco Standard & Poor´s rebaixou o rating do banco Bear Stearns, reforçando os temores quanto ao setor financeiro.

Completando o quadro desfavorável, o Employment Report mostrou um número de postos de trabalho criados abaixo do esperado em julho e um aumento da taxa de desemprego para 4,6%.


Foi o que faltava... Resultados?!

Na esteira do comportamento ruim de Wall Street, o Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, fechou em forte baixa de 3,37%, a 52.846 pontos. O volume financeiro foi de R$ 4,010 bilhões.

Já no mercado de câmbio, em meio a novas evidências de maior aversão ao risco, o dólar comercial subiu 1,44%, para R$ 1,9020.


Bons indicadores da economia brasileira foram deixados de lado diante da turbulência no exterior. De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a produção avançou 1,2% em junho na comparação com maio deste ano, na série com ajuste sazonal. Na comparação com junho do ano passado, observou-se um incremento de 6,6%.

quarta-feira, 1 de agosto de 2007

BOVESPA caiu um pouco mais...

Caríssimos,
Desde o dia 24/07/07 (inicio deste pequeno turbilhão) há papéis que já caíram mais de 10%!
Hoje, 01/08/07, em um dia de extrema volatilidade o Índice Bovespa fechou em queda de 0,71% e foi parar em 54.182 pontos.

Contudo, alguns papéis sofreram ainda mais. Desde a terça-feira passada (dia 24), quando o mercado teve o primeiro grande tombo, as ações ordinárias (ON, com direito a voto) da Brasil Telecom Participações já caíram 15,04%, a maior queda do Ibovespa, seguidas pelas ordinárias Tele Norte Leste Participações (TNLP) com baixa de 12,58%.

O que isto significa?

Boas oportunidades de compra para quem tem cacife e sangue frio!

Emissão de debêntures da BNDESPar atrai 8,8 mil investidores de varejo, número recorde

Caríssimos,

Este momento de abatimento da Bolsa já foi anunciado há bastante tempo, afinal já comentei diversas vezes o quão importante é diversificar os investimentos....

Vejam abaixo o resumo da ópera da oferta de debêntures do BNDESPar.

A oferta de debêntures feita pelo BNDESPar, subsidiária integral do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), atingiu 8,8 mil pessoas físicas, número considerado recorde.

Os investidores de varejo ficaram com 180.985 debêntures, de um total de 1,35 milhão de debêntures simples oferecidas em 30 e 31 de julho, com valor nominal de R$ 1,35 bilhão. Na colocação passada, 4,25 mil investidores de varejo adquiriram 99,9 mil debêntures.

O BNDES recordou que a oferta realizada no mês passado era inicialmente de 1 milhão de debêntures, mas foi elevada em 35% devido à demanda.

Apesar de ter registrado número recorde de investidores pessoa física, os pequenos investidores ficaram com uma fatia menor do que os 30% da oferta inicial que estavam reservados para eles. Esta foi a segunda emissão de debêntures por parte do BNDESPar no âmbito de um programa de R$ 2 bilhões registrado na Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

A primeira oferta, de R$ 600 milhões, foi concluída em dezembro de 2006 e superou em 20% a oferta inicial, de R$ 500 milhões.

sábado, 21 de julho de 2007

IPO`s da Minerva & Patagonia são bem sucedidas

Caríssimos,

Pelo visto o apetite dos investidores segue trazendo ânimo às IPO´s.

A Minerva ( BEEF3 ) teve como preço de bookbuilding R$ 18,5 e sua última cotação na sexta fechou em R$ 19,2, o que representa uma valorização de 3,78%.

Por sua vez, o Banco da Patagônia ( BPAT11 )
teve como preço de bookbuilding R$ 48,38 e sua última cotação na sexta fechou em R$ 50,5, o que representa uma valorização de 4,38%.

Não é nada comparavél à valorização da Redecard, mas não tampouco é desprezível ganhar em 1 único dia algo em torno de 3,8% ou 4,4%, não é mesmo?

Lembrando que na próxima segunda teremos mais IPO´s movimentando a BOVESPA e se encerra o prazo para aplicação nas Debêntures da BNDESPar.

Bom final de semana a todos e,

BON$ INVE$TIMENTO$

sexta-feira, 20 de julho de 2007

Minerva e Patagonia: Trará o Dia do Amigo (20/jul) bons fluidos?

Caríssimos,

Primeiramente quero desejar aos amigos leitores do BF um
FELIZ DIA DO AMIGO!

E, neste dia de hoje teremos mais duas novas IPO´s em seu debut na BOVESPA, são elas:

1) O frigorífico Minerva,que captou R$ 510,6 milhões com sua oferta pública inicial de ações ao mercado.
A ação ordinária da empresa saiu cotada a R$ 18,5, no ponto médio do intervalo previsto no prospecto preliminar, que ia de R$ 15,5 a R$ 21,5.

Do total movimentado na oferta, R$ 436 milhões vão para o caixa da empresa, e R$ 74 milhões para o bolso dos acionistas vendedores (nada mau né???).

O valor total de R$ 510,6 milhões considera a venda do lote suplementar de 15% (ou 3,6 milhões de ações), cuja emissão já foi registrada na Comissão de Valores Mobiliários (CVM).


Segundo comunicado no site da Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia (CBLC), "os pedidos de reserva de investidores de varejo foram atendidos integralmente até o valor de R$ 2.997,00. Sobre o que excedeu R$ 2.997,00, foi aplicado um rateio de 8,18%."


Este é o terceiro frigorífico que lança ações na Bovespa
. O primeiro foi o Friboi, do grupo JBS, e o segundo, o Marfrig. No ano passado, a receita líquida do Minerva foi de R$ 1,19 bilhão.

2) Por sua vez, a oferta de ações do Banco Patagonia, da Argentina, deve movimentar R$ 483,8 milhões. O banco vendeu seus papéis no mercado argentino, brasileiro e norte-americano. De acordo com o prospecto, o banco fechou a venda de 10 milhões de Brazilian Depositary Receipts (BDRs) por US$ 26, o que equivale, pela cotação de ontem, a R$ 48,38 por papel. O preço ficou ligeiramente abaixo do ponto médio previsto, já que o intervalo ia de US$ 24 a US$ 30. Cada BDR equivale a 20 ações. A operação está sendo coordenada pelo JP Morgan.

Na oferta brasileira, foram vendidos 420 mil BDRs, menos do que o previsto inicialmente (1,5 milhão de BDRs). A diferença foi absorvida pelo mercado argentino, que comprou 3,33 milhões de BDRs, ante 2,25 milhões de papéis ofertados no início da operação. Na oferta norte-americana foram vendidos 6,25 milhões de BDRs, em linha com o projetado.

Segundo comunicado no site da Companhia Brasileira de Liquidação e Cusótdia (CBLC), "os pedidos de reserva de investidores de varejo foram integralmente atendidos até R$ 1.209,50, que correspondem a 25 BDRs". Os pedidos em valor superior foram atendidos em mais R$ 1.209,50.

Do total movimentado na operação com a colocação inicial, R$ 181,425 milhões irão para o banco e R$ 302,375 milhões para os acionistas vendedores (Também nada mau né???).

A operação prevê ainda a possibilidade de venda de um lote suplementar nos próximos dias, equivalentes a 15% do total da oferta. Neste caso, o valor da operação subirá para R$ 556,37 milhões.

Particularmente, eu não apostei em nenhuma dessas duas alternativas, não acredito muito no setor frigorífico no momento presente e tampouco quero virar acionista de um Banco Argentino (con todo respecho a nuestros hermanos argentinos... rssss). Reservei minhas munições para a MRV.... Veremos na próxima segunda se o faro está bom....

MRV e KROTON: Expectativas positivas de valorização

Caríssimos,

De acordo com os dados da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a ação da MRV vai sair a R$ 26, o preço máximo previsto no intervalo, que tinha piso de R$ 20. A empresa registrou ainda a emissão de todo o lote suplementar, de 15% e também do adicional, de 20%, indicando que a demanda pelos papéis foi alta.

Já a Kroton, dona da marca Pitágoras de ensino, vendeu suas units por R$ 39, também o teto do intervalo, que tinha piso de R$ 31. A oferta de ações da empresa deve movimentar, assim, R$ 478,77 milhões. A companhia vendeu ainda quase a totalidade do lote suplementar, que era de 15%. Não havia previsão de lote adicional no prospecto preliminar.

A ação da TPI, do setor de infra-estrutura, vai sair cotada a R$ 9,5, pouco acima do piso do intervalo, que ia de R$ 9 a R$ 12 por papel. O valor total da oferta, incluindo a execução integral do lote suplementar, chega a R$ 589,95 milhões.

Os papéis da Cia. Hering, que já eram negociados na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), saíram a R$ 11, exatamente no piso do intervalo, que tinha teto de R$ 15. A emissão do lote suplementar foi registrada apenas parcialmente, levanto a oferta para R$ 358,41 milhões. Não houve registro do lote adicional.

A data de estréia na Bovespa das ações das 4 empresas supracitadas no mercado será a próxima segunda-feira, dia 23/07
.

Agora é esperar e verificar se as apostas serão bem sucedidas de imediato!

quinta-feira, 19 de julho de 2007

<<< IPO´s BOMBANDO.....>>>

Caríssimos,

As IPO´s estão bombando...
Mais TRÊS estão a caminho....


Para quem não entrou na
REDECARD (RDCD3) há uma ponta de arrependimento, porém outras prometem ser no mínimo atrativas, talvez não como a IPO do Ano, que foi para mim a da REDECARD, mas merecem atenção.

Coloco em destaque a Multiplan, que é de um setor que na minha opinião se beneficiará nos próximos anos da oferta abundante de crédito e do apetite do consumidor, o Shopping Center.

Também não me espantaria se a Banrisul oferecesse boas alegrias.


Adicionalmente, veremos + três:

- A Estácio Participações, a holding que controla a Universidade Estácio de Sá, no Rio,

- A General Shopping,

- A Springs Global, controladora da Coteminas.

A maior oferta dessa leva é a da Estácio Participações, que segue os passos da Anhangüera Educacional, que estreou no pregão em março, e da Kroton Educacional, que terá o preço das suas ações fixado amanhã e chegará à bolsa na segunda-feira.

A Estácio Participações é composta por uma rede de 54 campi (38 no Rio e 16 em outros estados), um centro universitário e 12 faculdades. Com receitas anuais de cerca de R$ 830 milhões, contava com 177 mil alunos matriculados no fim de março.

Já a oferta global de ações da Springs Global, controladora da Coteminas, da família do vice-presidente da República José de Alencar, pode movimentar cerca de R$ 645 milhões, com a venda de 30 milhões de ações ordinárias, avaliadas entre R$ 19,00 e R$ 24,00, cada uma. Uma parcela de 10% a 15% dos papéis será destinada ao público de varejo, para reservas a partir de R$ 3 mil.

Já a General Shopping, que tem o Internacional Shopping de Guarulhos e o Auto Shopping no portfólio, pretende levantar cerca de R$ 310 milhões com a venda de 19,5 milhões de ações ordinárias, numa faixa de R$ 14,00 a R$ 18,00, cada. Ao varejo será destinada uma fatia de 10% a 15% dos papéis, para reservas a partir de R$ 3 mil. Os R$ 290 milhões líquidos previstos com a operação serão aplicados na aquisição de participações em shopping centers, expansão das unidades existentes e desenvolvimento de novos empreendimentos. A oferta concorre com outras do setor que estão em andamento, a da Multiplan e a da Aliansce.

quarta-feira, 18 de julho de 2007

COPOM: AGORA SOMOS VICE MUNDIAIS!!!

Caríssimos,

Foi como o senso comum previa: redução de 0,5% sem unanimidade!


Com isso, a taxa que estava em 12% caiu para 11,5% ao ano. Quatro integrantes do Comitê votaram por este resultado, mas três integrantes queriam um corte menor, de 0,25 ponto porcentual.

Com esta redução da Selic, o Brasil deixa a liderança do ranking dos maiores juros reais do mundo pela primeira vez desde fevereiro de 2005.

Isso porque, com o corte de 0,5 ponto porcentual, o juro real (taxa nominal descontada a inflação projetada para os próximos 12 meses) cai para 7,7%.


O primeiro lugar passa a ser da Turquia, cuja taxa é de 8,2%.

Apesar disso, o Brasil continua com a taxa bem maior que a média mundial, de 2,4%.

É a terceira redução consecutiva de 0,5 ponto porcentual e o décimo sétimo corte consecutivo no ciclo de flexibilização monetária iniciado em setembro de 2005, quando a taxa foi reduzida de 19,75% para 19,50% ao ano.

Com a queda de 0,5 ponto, a redução acumulada desde setembro de 2005 é de 8,25 ponto porcentual. Neste ano, a queda acumulada é de 1,75 ponto porcentual. Em 2007, a taxa de juros foi reduzida em 0,25 ponto porcentual nas reuniões de janeiro, março e abril, passando para o ritmo de redução de 0,50 ponto em junho e julho.

ANOTE AÍ!!
A próxima reunião do Copom será nos dias 4 e 5 de setembro. A ata do encontro de julho será divulgada na próxima quinta-feira, dia 26/07.

Tragédia = Desvalorização

Caríssimos,

Desconsiderando o aspecto emocional, o que acontece agora com o setor aéreo é uma saída de investidores, temerosos pelas sombrias perspectivas do setor, uma vez que este acidente terá repercussões importantes no fluxo de passageiros, pois já se comenta em uma severa restrição das operações no aeroporto de Congonhas, SP, hoje o principal aeroporto do país.

Até às 10:41h de hoje a TAMM4 já caía 8,09%.

Naturalmente, por tabela as ações da GOL (GOLL4) também sofrem as consequências....

<< clique no gráfico abaixo para visualizar melhor >>

CONSTERNADO

Caríssimos,

faço aqui uma menção muito pesarosa ao acidente de ontem, em Congonhas - SP.

Infelizmente, o aviso dado pelo que ocorreu anteontem com o avião da Pantanal não foi suficiente, mais uma vez nossas instituições se mostram fragéis, cegas e surdas aos sinais que surgem.

A foto ao lado diz tudo... Sonhos foram carbonizados!

Sinto-me de luto. E faço esta postagem pois vou, bem como tenho pessoas muito queridas que vão à SP com muito frequência de avião, poderia literalmente ter acontecido com qualquer um de nós.

Desejo que a dor da perda sensibilize a quem de direito para que a SEGURANÇA seja restabelecida no nosso sistema aéreo, pois hoje, honestamente, não há evidências que sustentem nenhum tipo de confiança.

terça-feira, 17 de julho de 2007

COPOM: Expectativa de nova queda de 0,5%

Caríssimos,

amanhã sai o resultado da SELIC, e o esperado é uma nova redução de 50 pp, ou seja, 0,5%, levando a taxa básica da economia para 11,5% aa.

Vale recordar que na última reunião, encerrada no dia 6 de junho, a sensação de inflação sob controle e a valorização do real frente ao dólar fizeram o Banco Central acelerar o ritmo de corte da taxa básica de juros.


Na ocasião, o Copom anunciou a redução da Selic de 12,5% para 12% ao ano. Nas três reuniões anteriores, o corte foi menor, de 0,25 ponto percentual.
Ao chegar a 12%, a taxa ficou em seu menor nível histórico. Os juros reais (descontada a inflação), porém, ainda permanecem entre os mais altos do mundo.

Apesar de a maioria dos integrantes do Copom ter votado pela redução de meio ponto percentual na última reunião, a decisão não foi unânime. Foram cinco votos a favor da redução de 0,5 ponto e dois votos pela redução da taxa Selic em 0,25 ponto percentual.


O que isto representa?
Bom, em primeiro plano é mais um estímulo à aplicações em Renda Variável, leia-se Bolsa de Valores. Pois os juros da SELIC são o pilar da nossa economia, e quanto menor forem menos estímulo aos fundos clássicos de Renda Fixa e DI.

Fiquemos atentos!


BON$ INVE$TIMENTO$

domingo, 15 de julho de 2007

ANALISE PCAR4 - PAO DE ACUCAR

Carissimos,

O atual executivo da empresa é um profissional agressivo, que presidia o Banco do Brasil.

Ele tem dado entrevistas mostrando sua estrategia para revitalizar a empresa, e as cotações tem reagido bem....

Vejam os dados e tirem suas próprias conclusões....


Merrill Lynch eleva estimativas para Pão de Açúcar e Lojas Renner
Fonte: InfoMoney

SÃO PAULO - O banco de investimentos Merrill Lynch elevou as recomendações para as ações do Pão de Açúcar e da Lojas Renner, ambas de neutra para compra. O preço-alvo para os papéis das companhias também foram elevados pelo banco.

No caso do Pão de Açúcar, o preço-alvo estipulado pelos analistas para as ações (PCAR4) subiu de R$ 81,50 para R$ 93,50, correspondendo a um upside de 15%. Segundo o banco, se a companhia tiver sucesso em diminuir suas promoções com custos subsidiados, os papéis da empresa podem ter espaço para um novo aumento.

Os analistas ainda destacam que, deixando essa estrutura de custos subsidiados, o Pão de Açúcar se move na direção das estruturas de longo prazo, além da mudança poder ajudar a elevar a rentabilidade de sua financeira.

Informações da Empresa:

PCAR4 Ibovespa
Data Ult. Negociação 13/7/2007 13/7/2007
Última Cotação ($/1000a) 81,4 57.644,00
Cot Máx. 52 Sem. ($/1000a) 82,28 57.982,00
Cot Mínx. 52 Sem. ($/1000a) 57,04 35.410,22
Vol. Médio Diário Últ. 30d ($ mil) 20.681,23 4.448.634,50


Variação Ação Ibovespa
Último dia (%) 3,05 0,05
Últimos 30 dias (%) 13,69 8,78
Acumulado no ano (%) 8,89 29,62
Últimos 12 meses (%) 34,53 63,05

BON$ INVE$TIMENTO$!

sábado, 14 de julho de 2007

A IPO DO ANO!!!

Caríssimos,

para mim a IPO da Redecard foi até agora a IPO de maior sucesso em 2007!

As ações da Redecard foram o grande destaque da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) hoje, sexta-feira (13/07). Com uma estréia estrondosa, que movimentou R$ 1,669 bilhão em 21.953 negócios durante o dia, os papéis chegaram a contabilizar valorização de até 30%, quando foram cotados a 34,98 reais.

No fechamento de hoje, as ações da empresa valiam 33,50 reais, o que representa alta de 24,07%. A forte demanda pelas ações puxou para cima seu preço inicial, que foi fixado em 27 reais enquanto a estimativa do Unibanco, coordenador da oferta pública inicial (IPO), era de que o valor ficasse entre 20 e 25 reais. Com a operação, a companhia conseguiu captar 4,072 bilhões de reais, realizando o maior IPO da História.

A Redecard foi criada em 1996, fruto da cisão da Credicard, até então controlada pelos bancos Citibank, Itaú e Unibanco. A sociedade na Credicard foi desfeita, mas mantida na Redecard, que é responsável pelas transações com os cartões Mastercard e Diners, além do credenciamento de estabelecimentos comerciais que aceitam os cartões. Atualmente, a empresa conta com mais de 1 milhão de estabelecimentos conveniados, cerca de 34% de participação de mercado e faturamento de mais de 1 bilhão de reais.

De acordo com a Redecard, os recursos obtidos com o IPO serão utilizados no desenvolvimento de sua infra-estrutura tecnológica, compra e a manutenção de equipamentos e aquisição de softwares.

Es muele o quieres más.... (rssss)

Demitir é bom!

Caríssimos,

Demitir é bom! Calma lá!! Desde que seja "gordura administrativa", como no caso do Ponto Frio, ou simplesmente GLOBEX....

Veja o gráfico ao lado da GLOBEX................

A rede varejista Ponto Frio anunciou hoje uma reestruturação organizacional da empresa, com a redução das atuais oito para cinco diretorias-executivas e a demissão de 250 funcionários, principalmente da área administrativa.

O objetivo da medida, de acordo com um comunicado da empresa, é "simplificar e acelerar os processos decisórios e a gestão da rede, dando mais eficiência a suas operações".

As mudanças estão sendo implementadas num momento em que a empresa se prepara para um crescimento mais agressivo, afirmou Manoel Amorim, presidente do Ponto Frio.

De acordo com a rede, não "houve nenhuma redução de vendedores, cujo efetivo deverá ser aumentado nos próximos meses, com a abertura de novas lojas e a especialização de profissionais por departamentos".

sexta-feira, 13 de julho de 2007

SE VC AINDA INVESTE EM CDB´S.. É BOM REPENSAR SUA ESTRATÉGIA....

Os juros menores não diminuem apenas a rentabilidade de fundos mais conservadores, como os DI, mas também dos Certificados de Depósitos Bancários (CDBs).

ALGUNS FATORES CONTRIBUÍRAM PARA ESSA APLICAÇÃO MENOR EM CDBS NO SEMESTRE.
O primeiro está na menor atratividade desses títulos ante a caderneta de poupança para os investidores com menos recursos.

Muitos bancos também estão com um esforço menor de venda de CDBs, privilegiando a caderneta diante do aquecimento do crédito imobiliário, e parte do dinheiro da poupança é destinado ao financiamento habitacional.

O terceiro fator está na saída dos investidores de fundos DI, que além de títulos públicos também podem aplicar parte da carteira em CDBs. Os investidores institucionais também estão buscando outras formas de investimento mais rentáveis.

E NO FINAL DAS CONTAS, COMPENSA?
No caso do investidor com menos recursos, com a taxa de juro em 12% ao ano e em queda, é bom fazer direitinho as contas. O cliente com poucos recursos, por exemplo, procura um banco e, para um prazo de 30 dias, consegue um CDB que paga 0,85% ao mês. O problema é que, na hora de resgatar, terá de pagar 22,5% de imposto de renda, o que reduz o ganho para 0,70%.

No final, o retorno é mais ou menos o mesmo da caderneta de poupança, que não paga IR. Sem contar que muitos bancos devolvem a CPMF para aplicações longas na poupança. Os dados do BC comprovam a atratividade da caderneta de poupança, pois ela registrou captação recorde no semestre, de R$ 8,77 bilhões, a maior desde 1995.

OU SEJA
Mesmo os investidores institucionais, tradicionais compradores de CDBs, estão aplicando também em papéis de maior risco para obter retornos diferenciados.

quinta-feira, 12 de julho de 2007

ENXURRADA DE IPOS... << 12 ATE O FINAL DE JULHO >>

Caríssimos,

Teremos uma grande variedade IPO´s nos proximos dias... vejam o quadro... << clique nele para visualizar melhor >>


REDECARD << Preço fixado >>


Caríssimos, eis o resumo da ópera....


Resultado da Oferta

O bookbuilding da oferta de ações da REDECARD S.A., realizado no dia 11/7/2007, fixou o preço em R$ 27,00 por ação.

Os pedidos de reserva de investidores de varejo foram integralmente atendidos até R$ 68.472,00, que correspondem a 2.536 ações.

Aqueles, em valor superior, foram atendidos em R$ 68.472,00.

As “Pessoas Vinculadas” foram excluídas da oferta.

A liquidação ocorrerá no dia 17/07/2007.

segunda-feira, 9 de julho de 2007

REDECARD: PRAZO PARA IPO ACABA AMANHÃ

Termina amanhã o período de reserva de papéis da Redecard, operação que já se configura como a maior oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) do mercado brasileiro. Com a venda de 140,827 milhões de ações ordinárias (ON, com direito a voto), a credenciadora das bandeiras Mastercard e Diners no país está colocando 25% do seu capital em circulação. Pelo intervalo de preços proposto, de R$ 20,00 a R$ 25,00, a empresa pode movimentar mais de R$ 3,1 bilhões - ou até R$ 3,9 bilhões se houver demanda para os lotes extras.

Se os papéis saírem na média, a R$ 22,50, a companhia estreará no Novo Mercado da Bovespa, na sexta, valendo mais de R$ 15 bilhões. De 10% a 15% dos papéis serão destinados ao público de varejo, para aquisições entre R$ 3 mil e R$ 300 mil. A oferta é global e no exterior os títulos serão colocados na forma de Global Depositary Share (GDS), que valerá duas ações cada

A operação é formada, na sua maior parte (88%), por uma venda secundária, de papéis pertencentes ao Citibank, Itaucard e Unibanco, que vão reduzir a sua fatia no negócio para 25% cada um. Para o caixa da Redecard mesmo vão só R$ 336,8 milhões, que serão utilizados na infra-estrutura tecnológica da empresa, incluindo a compra e manutenção de equipamentos para captura eletrônica de transações (os chamados POS), além da aquisição de softwares relacionados à captura, processamento e liquidação financeira de transações com cartões de crédito e débito.

No prospecto, a empresa se apresenta como líder do setor de cartões de pagamento no mercado brasileiro, com uma participação de 34% no valor das transações realizadas ao longo do ano passado - que totalizou R$ 246,3 bilhões segundo dados da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (ABECS). Entre os riscos da operação, a companhia cita a dependência da MasterCard e do número de cartões emitidos pela bandeira para manter a sua posição competitiva no mercado. A licença com a MasterCard International não é exclusiva, o que quer dizer que a bandeira internacional tem o direito de suspender o uso da marca ou ainda concedê-la a outros credenciadores no país.