| Data | Hora |
| Evento | Referência | Indicador Anterior |
| 08/09/2009 | 08:00 |
| Brasil - IPC(S) | 1ª Quadr/Set | - |
|
| 08:30 |
| Brasil - Relatório Focus | Semanal | - |
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| 09:00 |
| Brasil- Pesquisa Mensal do Emprego | Julho | - |
|
| 10:00 |
| Brasil-Levantamento Sistemático da Produção Agrícola/IBGE | Agosto | - |
|
| 11:00 |
| Brasil - Balança Comercial | Semanal | - |
|
| 15:00 |
| EUA - Consumer Credit | Julho | -US$ 10,3 bilhões |
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|
|
| Brasil - Pesquisa Nacional da Cesta Básica | Agosto | - |
| 09/09/2009 | 07:00 |
| Brasil - IPC(Fipe) | 1ºQuadr/Set | - |
|
| 08:00 |
| Brasil - IGP(DI) | Agosto | -0,64% |
|
| 11:00 |
| Brasil - ICV | Agosto | - |
|
| 11:30 |
| EUA - Estoques de Petróleo | Semanal | - |
|
| 15:00 |
| EUA - Fed´s Beige Book | - | - |
| 10/09/2009 | 08:30 |
| Brasil - Ata do Copom | Setembro | - |
|
| 09:00 |
| Brasil - IPCA | Agosto | 0,24% |
|
| 09:00 |
| Brasil - INPC | Agosto | 0,23% |
|
| 09:30 |
| EUA - Trade Balance | Julho | - US$ 27,0 bilhões |
|
| 09:30 |
| Brasil- Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil | Agosto | - |
|
| 09:30 |
| EUA- Initial Claims | Sem até 05/09 | - |
|
|
|
| Reunião do Banco Central da Inglaterra - Boe | Setembro | 0,50% |
| 11/09/2009 | 08:00 |
| Brasil - IGP(M) | 1º Dec/Set | - |
|
| 09:30 |
| EUA - Import Prices (ex-oil) | Agosto | - |
|
| 09:30 |
| Brasil - Contas Nacionais Trimestrais (Volume) | 2º trimestre | - |
|
| 09:30 |
| EUA - Export Prices (ex agr) | Agosto | 0,2% |
|
| 10:55 |
| EUA - Michigan Sentiment (Prel) | Setembro | - |
|
| 11:00 |
| EUA - Wholesale Inventories | Julho | -1,7% |
|
| 15:00 |
| EUA - Treasury Budget | Agosto | - US$ 180,7 bilhões |
| 14/09/2009 | 08:30 |
| Brasil - Relatório Focus | Semanal | - |
|
| 11:00 |
| Brasil - Balança Comercial | Semanal | - |
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
AGENDA DA SEMANA
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Petrobras: o bom e o ruim da proposta do novo marco regulatório do pré-sal
Petrobras: o bom e o ruim da proposta
do novo marco regulatório do pré-sal
São várias as dúvidas em relação aos quatro projetos de lei apresentados pelo governo federal na última segunda-feira (31).
A avalanche de relatórios dos analistas traz poucas certezas, principalmente devido à falta de detalhes fornecidos pelo governo nas propostas. Entretanto, as análises trazem avaliações sobre o que pode ser avaliado como bom ou ruim, tanto para a estatal, quanto para o País.
| As quatro propostas: |
| Introdução do regime de partilha de produção |
| Criação de uma nova empresa pública (Petro-Sal) |
| Criação de um fundo social |
| Cessão de direitos de exploração da União |
Os Projetos de Lei foram enviados à apreciação do Congresso Nacional em regime de urgência. Desta forma, a Câmara e o Senado têm 90 dias para votar os PLs, sendo 45 dias para cada casa. A não votação dos projetos neste período leva ao trancamento da pauta de votações.
A oposição pede mais tempo e tem barrado o início das discussões. Enquanto isso, analistas, investidores, e associações setoriais iniciam o debate e apontam quais são os pontos positivos e negativos deste novo marco regulatório do setor de petróleo brasileiro. Confira a opinião dos analistas acerca de alguns pontos polêmicos das propostas:
| Pontos positivos |
Em linhas gerais
Sob o contexto total, a notícia do marco regulatório foi positiva para alguns analistas. Para a Fitch, agência de classificação de risco, a geração de fluxo de caixa livre das atuais concessões se manteve intacta e, além disso, "as projeções de crescimento de produção e reservas da companhia aprimoraram significativamente, enquanto o aumento do risco de interferência política e alavancagem estão em níveis aceitáveis para o rating atual".
Participação mínima
| |
| Gabrielli: |
Segundo o projeto, a participação da Petrobras nos consórcios não poderá ser inferior a 30%. Para o Citi, "o acesso às reservas de longo prazo, pela fatia mínima de 30%, e transferência onerosa de áreas, é positivo no atual cenário de um petróleo cada vez mais difícil de ser encontrado".
A análise positiva também é compartilhada pelo banco Banif. "Em parceria com a União, estas propostas, que compõem o novo marco, poderão levar a PETR a ser uma das maiores companhias internacionais, em termos de reservas de petróleo", diz o banco Banif em nota.
"Acreditamos que a Petrobras saiu-se beneficiada com o marco, tendo o direito de operar em todos os blocos de pré-sal, com a participação de pelo menos 30%", mostra relatório do Santander. Para o BofA Merrill Lynch, "o acesso único da Petrobras a recursos e a forte perspectiva de lucros no médio e longo prazo devem levar a uma performance acima da média".
Maquinário nacional
As propostas também buscam incentivar a indústria nacional de produtos de exploração de petróleo e gás. Há uma exigência de que 70% dos equipamentos tenham origem nacional. A proposta foi aprovada pela CNI (Confederação Nacional da Indústria).
"O volume de produção estimado para o pré-sal e os investimentos associados à sua exploração e produção deverão gerar uma excepcional oportunidade para a indústria brasileira", disse a associação industrial, por meio de nota.
Para a Fitch, "desafios técnicos e econômicos nas camadas do pré-sal, assim como um desencontro dos investimentos e a geração de fluxo de caixa, devem ser gerenciáveis para a Petrobras".
| Pontos negativos |
Em linhas gerais
Avaliando de forma negativa o conjunto da proposta, a corretora Ativa afirma que o grau de complexidade e subjetividade criado pelo projeto é significativo e passível de contestação. "Fato este potencializado pelo aumento de controle e interferência do Estado sobre o setor", diz a corretora em relatório.
Maquinário nacional
O Banif também mostra ceticismo quanto à exigência de que 70% do maquinário a ser usado na exploração do pré-sal seja nacional. "Como a capacidade nacional no momento é limitada, isto evitará a licitação de vários blocos no curto prazo", dizem os analistas.
Tal deficiência é, inclusive, admitida pela Petrobras. "O ritmo das novas áreas vai ser determinado pela capacidade de encontrar equipamentos e serviços", disse o presidente da estatal, José Sérgio Gabrielli, durante teleconferência.
| |
| Fonte: Petrobras |
Avaliação das reservas
Segundo o Banif, a Petrobras confirmou o maior risco para o acionista minoritário: a avaliação das reservas. Segundo o banco, estas podem ser incorporadas acima do valor justo" .
Participação mínima
Para o Banif, o vencedor do leilão dos 70% restantes de participação em cada projeto será responsável pelo que faltar do investimento, "o que implica que a Petrobras terá que acompanhar o percentual do óleo lucro da empresa vencedora da licitação".
Urgência da proposta
A CNI critica a urgência conferida pela Presidência da República aos projetos. "O impacto do pré-sal na estrutura produtiva brasileira deverá ser de tal ordem que a definição do seu modelo precisa ser amplamente debatida. Assim deve ser evitada a urgência constitucional para a sua tramitação", diz a associação.
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Quinta-Feira morna
Após um início de semana marcado por baixas, o Ibovespa volta a subir e fechou o dia com alta de 0,57%, a 55.707 pontos com volume financeiro totalizando R$ 4,51 bilhões.
A relativa estabilidade do mercado nacional foi resultante da influencia positiva do avanço da bolsa na China, parcialmente compensada pela reação dos investidores domésticos a decisão do Copom na véspera, que manteve a taxa básica de juros do Brasil em 8,75% ao ano, e a pesquisa do IBGE, que indicou que a produção brasileira caiu em julho em 13 das 14 regiões analisadas na comparação com o mesmo período do ano passado.
No cenário externo, a estatística do número de pessoas que entraram pela primeira vez com pedido de auxílio desemprego caiu em 4 mil pedidos, para 570 mil, em agosto, aquém do esperado pelo mercado.
Este resultado está em consonância com o dado de postos de trabalho cortados no setor privado pela ADP e apontam na direção de uma fragilidade do mercado de trabalho
americano, indicando um possível aumento tanto no payroll quanto no desemprego.
Dentre as ações que compõem o Ibovespa, MMX ON e Gol PN apresentaram as maiores altas do dia, subindo 5,17% e 2,90%, respectivamente. Na ponta oposta, destaque para os papeis da Eletropaulo PNB (-1,88%) e Klabin PN (-1,85%). O dólar comercial fechou a quinta-feira em queda, sendo cotado a R$ 1,866 na venda, baixa de 1,06%.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
O PUDIM TA AZEDO
50.000 pontos da Bovespa tá aí... Caso perca este importante suporte dará espaço para quedas mais fortes...
A Bovespa marcou o quinto pregão seguido de baixa nesta quarta-feira. O índice fechou em queda de 0,77%, aos 55.385 pontos. O giro financeiro totalizou R$ 5,70 bilhões.
No mercado externo, o Federal Reserve divulgou a minuta de sua última reunião, quando manteve pela quinta vez consecutiva o juro básico norte-americano na faixa entre 0% e 0,25% ao ano.
No mercado corporativo, destaque para a petrolífera britânica BP que anunciou uma grande descoberta no campo de exploração Tiber, no Golfo do México. O campo operado pela BP (62%) tem participação de Petrobras (20%) e ConocoPhillips (18%).
No Brasil, destaque para o setor imobiliário, uma vez que a Abyara, Agra e Klabin Segall anunciaram a proposta de fusão de suas operações e a criação de uma nova companhia, a Agre Empreendimentos Imobiliários. A nova empresa, resultado da unificação das bases acionárias das companhias, nasce com uma capitalização de R$ 2,3 bilhões. A operação não envolve dinheiro, apenas a substituição das ações das companhias por novos papéis da Agre.
Dentre as ações que compõem o Ibovespa, Petrobras PN e JBS ON apresentaram as maiores altas do dia, subindo 1,74% e 1,71%, respectivamente. Na ponta oposta, destaque para os papéis da Rossi ON (-5,40%) e Gafisa ON (-5,31%).
Após chegar a registrar ganhos de 0,8% durante a manhã, o dólar comercial inverteu sua trajetória durante a tarde, fechando nesta quarta-feira em forte queda de 1,05%, cotado na venda a R$ 1,885. Assim, a moeda interrompe uma seqüência de sete altas consecutivas
E O COPOM
Manteve SELIC em 8,75% aa.
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Cai Cai Balão
Os chineses estão de olhos arregalados com receio de uma nova bolha especulativa...
Por essas e outras, o Ibovespa fechou em baixa de 2,1% nesta segunda-feira, aos 56.488,98 pontos, puxada pela forte queda nos papéis da Petrobras.
O principal índice da bolsa de São Paulo acumulava alta superior a 5% no mês, mas com o evento desta segunda-feira acabou fechando agosto com elevação de 3,15%.
No mercado externo, o dia foi marcado por perdas nos principais mercados globais em especial na China, onde o índice de Xangai despencou 6,7%, marcando sua pior baixa diária desde junho do ano passado. Pesaram neste mercado dúvidas sobre a recuperação da economia chinesa, com o anúncio da maior regulação do Estado chinês sobre o volume de empréstimos concedidos pelos bancos.
Ainda sobre o Brasil, o governo anunciou a proposta de novo modelo regulatório para a exploração de petróleo na área do pré-sal e outras áreas estratégicas. Na área macroeconômica, o mercado brasileiro reduziu a estimativa para a inflação oficial no país pela quinta semana consecutiva. Segundo boletim Focus, a previsão é que o IPCA encerre o ano em 4,29% ante a projeção de 4,32% da semana anterior.
Dentre as ações que compõem o Ibovespa, Sabesp ON e Gafisa ON apresentaram as maiores altas do dia, subindo 3,27% e 2,64%, respectivamente. Na ponta oposta, destaque para os papeis da Petrobras ON (-4,48%) e Gafisa ON (-4,31%).
O dólar comercial fechou a segunda-feira em alta pela sexta vez consecutiva, sendo cotado a R$ 1,889 na venda com avanço de 0,37%.
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Uou Uou Uou.. Nada Mudou...
pois é, nada mudou, o que pode ser encarado ao gosto do freguês. Bom por um lado porque não houve uma venda de ativos de forma frenética, ruim por outro porque as ações TOP TOP ( PETRO e VALE ) não encontraram forças para levar adiante a BOVESPA.
Lembro que devemos encarar a BOVESPA como uma derivada das Bolsas de NY, em especial os índices DOW JONES e S&P comandam o humor por lá e por aqui, a reboque. Assim sendo, amigos, cabe comentar que nesta semana o painel de indicadores econômicos ficou tão azul que achei que tinha defeito no monitor, o que para espanto de muitos não foi combustível suficiente para dar novo ânimo ao rally que vivemos até agora, ou seja, os investidores peso pesados não estão muito seguros de que a o quadro da China está tão bonita quanto pintam, e paralelamente a matriz, leia-se EUA.
Penso que semana que vem teremos fatos novos que poderão pesar a balança, para um lado ou para outro, portanto toda atenção é necessária, quer seja para acionar ordens de compra ou de venda.
CALENDARIO DA SEMANA
Segue neste post a figura com o calendário da semana, por pura preguiça minha de digitar. Favor clicar na ppa. figura para visualizar melhor. Destaco em vermelho o que considero os drivers mais importantes, por aqui cito a reunião do COPOM e lá fora há outros tantos...
SETORES & SETORES
Não poderia também deixar de comentar que a Bolsa não se resume a PETRO e VALE, como muitos devem estar cansados de saber, mas vale a ênfase sempre.
Particularmente, os setores de CONSTRUÇÃO ( como já fiquei rouco de escrever.. rsss ) e FINANÇAS estão oferecendo melhores oportunidades.
Hoje, sexta, dia 28/08, por exemplo ABYA3 tirou o seu atraso ( no sentido financeiro e bíblico, é claro ! ), ao passo que GFSA3, RSID3, MRVE3, CYRE3 e PDGR3 sofreram ajustes técnicos naturais e saudáveis ao meu entender.
Na ponta de Finanças, BBAS3 para mim mostrou que está disposto a quem sabe dar mais alegrias e beijar a casa dos R$ 30 rapidinho.
E não esquecendo dos micos, a famigerada ECOD3, após a finalização de seu processo de aporte de capital, botou o bloco na rua e superou os R$ 0,90 e apesar de ter fechado na semana em R$ 0,87 há quem diga ( um Banco americando chamado CIDADE BANCO, em português ) que pode ir até R$ 1,50.
Honestamente, tudo é possível, mas aí fica um horizonte mais distante, salvo que no seu relatório não se faça menção a prazos, e como diria Keynes: "A longo prazo, todos estaremos mortos", eu aceitaria a recomendação.. rssss....
Ainda que pense que ela possa, em setembro, passar da casa dos R$ 1, e aí estamos falando de uma valorização de cerca de 15% em 1 mês, nada mal, certo?
Enfim amigos, curtam o final de semana, acompanhem também o Blog pelo twitter e vamos que vamos...
BON$ INVE$TIMENTO$...
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
RESUMO DO DIA 27-08-09
O Ibovespa não conseguiu acompanhar a alta dos mercados internacionais nesta quinta-feira e fechou a sessão marcando leve queda de 0,11%, a 57.703 pontos. O volume financeiro totalizou R$ 4,99 bilhões. Nos Estados Unidos, após um dia de instabilidade, os índices conseguiram terminar em alta, impulsionados pelo desempenho dos papéis do setor financeiro.
DESTAQUES DO DIA
Mas o destaque ficou por conta da divulgação de números melhores que o esperado do PIB norte americano. No Brasil, a Petrobras confirmou aumento de investimentos na Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, construída em sociedade com a estatal venezuelana PDVSA.
Destaque também para o anúncio de que a BM&F Bovespa e a Nasdaq iniciaram discussão sobre uma possível parceria, que abordará a possibilidade de desenvolvimento de um sistema de roteamento de ordens entre as duas bolsas.
Dentre as ações que compõem o Ibovespa, Eletrobrás ON e JBS ON apresentaram as maiores altas do dia, subindo 5,50% e 3,03%, respectivamente. Na ponta oposta, destaque para os papeis da Gafisa ON (-4,01%) e Vivo PN (-2,58%).
Operando no campo positivo durante grande parte do dia, o dólar comercial foi perdendo força no final da sessão, chegando a inverter seu sinal ao longo desta quinta-feira. Contudo, após intervenção do Banco Central, a moeda norte-americana conseguiu manter sua trajetória positiva, fechando em alta pela quarta sessão consecutiva, sendo cotado na venda a R$ 1,865 - valorização de 0,21%.
PERSPECTIVAS
Ao meu ver, seguimos tal como dantes no quartel de abrantes, ou seja, em um danado de um chove não molha, não há forças para subir, porém tampouco há um movimento definitivo de queda, o que não altera o quadro abaixo:
Suportes: 57.370, 56.830, 56.200
Resistências: 57.780, 58.400, 59.200
Mercado requer atenção !
O IBOVESPA fechou ontem esquisito, com um Enforcado que é figura de reversão baixista pelo gráfico japonês. Respeitou mais uma vez o suporte de 57.370 pontos. O mercado está se comportando de forma indefinida com movimentos erráticos, buscando um direcionamento. De concreto, para mim, é o fato de estar formando um novo canal de deriva com suporte em 57.370 pontos e resistência em 58.400 pontos. O mercado perdeu Momento de alta, ou seja, perdeu aceleração de alta em um dia de alta sinalizando divergência. O volume financeiro fechou em R$4.94 Bilhões.
Suportes: 57.370, 56.830, 56.200
Resistências: 57.780, 58.400, 59.200
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
RESUMO DO DIA 19-08-09
Em um dia que parecia fadado à uma queda vertiginosa, os mercados voltaram a mostrar certa reação em relação às dúvidas acerca da fragilidade econômica e fecharam o dia com tímidas valorizações. A sessão foi marcada por instabilidade, com os investidores cautelosos com os dados econômicos e corporativos do dia. Acalmando o mercado, o Goldman Sachs declarou que a recessão pode ter acabado em junho nos EUA.
Dados como ganhos na produção industrial observados em julho e as perspectivas positivas para a produção sustentam esta tese. Uma notícia que surpreendeu os investidores foi o anúncio dos estoques de petróleo dos EUA, que recuaram 5,4 milhões de barris na última semana. A média das estimativas dos analistas indicava aumento de 1,3 milhão de barris.
Diante deste cenário, em Wall Street, o índice Dow Jones avançou 0,66%, o S&P 500 subiu 0,69% e o Nasdaq Composite teve alta de 0,68%. O Ibovespa fechou com valorização de 0,73%, aos 56.156 pontos. O volume financeiro do pregão totalizou R$ 4,70 bilhões. Entre as maiores altas, destacamos VCP ON (+6,28%) e Aracruz PNB (+5,20%). Entre as maiores quedas, destaque para Eletrobras ON (-3,30%) e Braskem PNA (-2,78%). O dólar fechou o dia cotado a R$ 1,845, estável em relação ao dia anterior.
O petróleo Brent registrou alta de 2,8%, cotado a US$ 74,4/barril.
terça-feira, 18 de agosto de 2009
PANORAMA GERAL DE HOJE: 18-08-09
Capitulo do dia 18-08-09 - PAPEIS A ACOMPANHAR
Como comentei ontem, chamando atenção para BRKM5 ( foi uma loucura loucura hoje ) Espero que tenham aproveitado.. hehehe.. ABYA3 ficou no chove não molha, mas ainda merece ser vista com atenção.. para quando sair desta má congestão decidirmos para que lado devemos ir... Outra apontando bons ventos é GFSA3.. olho na bichinha...
BVMF3 - ontem a classifiquei no vermelho, hoje quiçá mereça estar no purgatório... mas com viés de ida para o limbo.. não creio que seja um bom momento para esta papiro.
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
PAPEIS A ACOMPANHAR
PERSPECTIVAS
Estive ausente para curtir umas merecidas ferias... Paris, Roma, Florença, Pisa, Siena, Veneza e Milão... Recomendo a todos !!!
Voltando ao dia a dia, hoje a bolsa derreteu e só não foi pior porque os indicadores que sairam nos EUA deram uma ajudinha....
PERSPECTIVAS
Olho vivo nos indicadores de amanhã... PPI (significa Inflação do Produtor nos EUA) e tudo mais... Eles saem antes da abertura do pregao...
NO MAIS ACOMPANHAR A CHINA DE PERTO É BOA PEDIDA !
Entender a economia global antes era prever o comportamento da economia americana. Essa situação certamente mudou. O ânimo dos mercados, notadamente para as commodities, é fortemente influenciado pela economia chinesa. Portanto, avaliar o comportamento desta economia se tornou essencial para traçar cenários para a economia brasileira.
Os maiores riscos à tese de crescimento da China, no curto prazo, são o aumento da inadimplência, devido à forte expansão de crédito e uma reação exagerada do governo diante de uma inflação de ativos. No médio prazo, destacam-se os riscos associados ao tamanho reduzido e à ineficiência do setor de servicos.
