quarta-feira, 31 de janeiro de 2007

IPOS 2007 II: THE REVENGE!!!

Rodobens e Camargo Corrêa divergiram hoje (31/01) na estréia da Bovespa.

Dando seqüência à onda de ofertas públicas (IPO, na sigla em inglês) do setor de construção, a Rodobens Negócios Imobiliários fechou a sua estréia, nesta quarta-feira (31/1), em alta de 16,15%, enquanto os papéis da Camargo Corrêa Desenvolvimento Imobiliário terminaram o dia com uma desvalorização de 2%

Com a previsão de uma fase áurea da construção civil, o segmento aumenta a sua participação na bolsa de valores em busca de recursos para investimentos. De acordo com a Associação Brasileira de Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança, em 2006 o mercado imobiliário viveu seu melhor ano em quase duas décadas. A euforia do mercado aumentou também com a promessa de recursos para a construção, presente no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do governo federal, reforçada por declarações do presidente Luiz Inácio Lula Silva de que 2007 seria o ano da construção.

Somente em 2006, sete empresas de construção brasileiras abriram capital – Gafisa, Company, Abyara, Rossi Residencial, Cyrela, Klabin Segall e Brascan Residential. A Gafisa e a Rossi Residencial também mudaram de nível de governança nesse período.

A maioria das ações do setor teve uma boa performance desde então, como era esperado pelos analistas. A Abyara, por exemplo, desde a realização do seu IPO, em junho, já se valorizou 49,55%. Outras já não tiveram um crescimento tão expressivo, como a Rossi Residencial, que acumulou cerca de 5% no ano passado.

De acordo com o chefe de análises da Link Corretora, Adriano Blanaru, o setor tem grande potencial de crescimento graças à queda de juros, à ampliação do crédito imobiliário e ao aumento da renda. Mesmo assim, ele acredita que o preço da maioria das ações está alto, pois já incorporam essa perspectiva positiva. "Esses papéis estão na moda entre os investidores estrangeiros, que já viram o boom imobiliário de outros países, como o México. Essas ações ainda devem se valorizar um pouco mas vão se consolidar, passado o momento de euforia", diz Blanaru.

Já outro analista que preferiu não se identificar acredita que o preço das ações não está acima do valor. "O mercado está precipitando um crescimento expressivo no setor imobiliário, que é factível e só depende da queda da taxa de juros. Uma taxa de 10% ao ano seria o ideal e já estamos a 14%", disse. Para ele, nesse possível cenário, o financiamento se tornaria acessível à população de renda mais baixa, o que deve acelerar o setor.
Fonte: Portal Exame

ESTAS DICAS SAO VALIDAS PARA O MERCADO FINANCEIRO TAMBEM!!

14 dicas para gestão, por Francisco Higa

1. Antes de executar planeje, planeje e planeje.

2. O mau planejamento é a causa mais freqüente do re-trabalho.

3. Estabeleça prioridades.

4. Não fique só no planejamento. Estabeleça prazos e cumpra as metas.

5. Ser competente implica em disciplina.

6. Não se acomode. Saia da sua área de conforto.

7. Mantenha o trabalho em dia e ganhe tempo livre para fazer outras coisas.

8. Não negligencie coisas corriqueiras por considerá-las banais. Se você liga o piloto automático, pequenos detalhes podem trazer problemas depois.

9. Cultive a humildade olhando-se todo dia no espelho e fazendo uma auto-avaliação.

10. Paciência e humildade são pontos fundamentais para que a equipe gere resultados positivos.

11. É preciso ter coragem para ser um bom líder e assumir que não é auto-suficiente para tudo. Líderes também falham.

12. O bom gestor tem de saber extrair o alto potencial de cada um e montar uma equipe heterogênea.

13. Delegar não significa largar as tarefas para os outros fazerem. A falta de acompanhamento pode resultar em insucesso. Disciplina não é estupidez.

14. Nada de camaradagem. A aplicação de regras deve ser igual para todo o time.


Fonte:(HSM Online)

sábado, 27 de janeiro de 2007

Desempenho da 1a. IPO do Ano: PDG

Bom, o momento não foi oportuno. Afinal o mercado estava um pouco estressado com o comportamento da Bolsa de NY um dia antes, pois aqui dia 25 foi niver de Sampa e não houve pregão, e também na expectativa de alguns importantes relatorios que seriam divulgados dia 26/01, data de inicio das negociações.

Poderia ter sido MUITO melhor, mas se serve de consolo, pelo menos terminou no ZERO a ZERO. Houve IPO´s piores em 2006, mas deve-se ter calma!!! Pois, serve como exemplo o caso da IPO da Positivo, que foi um fiasco de cara, e já recuperou bonito, sobretudo beneficiada pela vantagem dada pelo PAC do Governo ao reduzir os custos tributarios da fabricação de PC´s, o que irá barateá-los.

Enfim, o Sumário da 1a. IPO do Ano é o seguinte:

As ações da PDG Realty, listadas no Novo Mercado da Bovespa, sob o código PDGR3, estrearam estáveis no pregão desta sexta-feira, dia 26 de janeiro.Os papéis iniciaram o dia cotados a R$ 14,20, 1,43% acima do preço fixado no processo de bookbuilding (R$ 14,00).

A precificação das novas ações ficou próxima do piso do intervalo estimado pelos coordenadores da oferta (R$ 13,50 a R$ 16,50).Contudo, a tendência de alta perdeu força já no início do pregão, e o preço das ações permaneceu abaixo do valor de abertura durante boa parte da sessão.

No fechamento, os papéis encerraram estáveis, cotados a R$ 14, após 4.966 negócios que movimentaram R$ 107,74 milhões.

Empresa captou R$ 630 milhões com a oferta
Considerando as 45.000.000 ações ordinárias ofertadas, a captação da oferta corresponde a um montante total de R$ 630 milhões.

Contudo, vale lembrar que a quantidade de ações ainda pode ser acrescida em até 15%, caso a opção de lote suplementar seja exercida.Os pedidos de reserva de investidores de varejo foram atendidos integralmente até o valor de R$ 6.384,00, que corresponde a 456 ações. Os pedidos de reserva até este valor foram atendidos integralmente. Aqueles em valor superior foram atendidos em R$ 6.384,00. As "Pessoas Vinculadas" foram excluídas da oferta.

Fonte: Infomoney.

quarta-feira, 24 de janeiro de 2007

Copom corta Selic em 25 pontos-base, para 13% aa

Venceu a prudência, e a mensagem de independência do BACEN frente aos que, mais afoitos como o Ministro Mantega, fazem declarações que deixam o CMN em situação embaraçosa, pois se baixar mais os juros, abrirá espaço para um comentário de perda de independência e concessão às pressões.

Esta foi a décima terceira redução consecutiva do juro, totalizando um recuo de 6,75 pontos-percentuais.

O espaço para continuidade no ciclo de afrouxamento do torniquete monetário pauta-se, sobretudo, na inflação corrente benigna e nas perspectivas de inflação controladas.

Apesar de alguns índices de preços terem subido acima do esperado no início do ano, a interpretação é de que o comportamento da inflação ainda é favorável e a meta de variação de 4,5% do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor - Amplo) no ano deve ser cumprida.

Corroborando esta perspectiva, a mediana das projeções do relatório Focus aponta para uma inflação oficial de 4,07% em 2007, abaixo do centro da meta.

terça-feira, 23 de janeiro de 2007

1a. Reunião do COPOM de 2007

O Comitê de Política Monetária (Copom) iniciou hoje - e termina amanhã - sua primeira reunião de 2007, em meio às expectativas sobre mais um corte na taxa básica de juros (Selic), atualmente 13,25% ao ano.

My humble opinion:

1 - Não me assustaria em ver uma queda de 0,5%, mas depois da declaração do Mantega, fazendo uma pequena afronta ao Meirelles, acredito mais em uma posição conservadora de 0,25%, ou seja, podemos ir já para 13% aa.

2 - Projeção para final de 2007, nas CNTP, creio em um patamar de 11,75%aa.

Viver de Aluguel?!

Texto brilhante do Kanitz (http://www.kanitz.com.br/veja/viver.asp)

O sonho de muitos brasileiros é construir duas ou três casinhas e viver de aluguel na velhice. Nos últimos cinqüenta anos a população brasileira cresceu de 50 para 176 milhões de habitantes, gerando enorme valorização dos preços de imóveis e terrenos para a construção. Por isso, os imóveis eram sempre nossa primeira opção de investimentos.

Só que nos próximos cinqüenta anos nossa população não vai mais crescer 300%, mas somente 30%. E ainda bem. Isso significa que a necessidade primária de novos imóveis ficará em menos que 0,5% ao ano. Será que os imóveis se valorizarão como no passado?

Dez anos atrás vendi um apartamento de um dormitório que me rendia um aluguel e coloquei os 60.000 reais em ações de seis empresas, cotadas em bolsa. Minha primeira alegria foi descobrir que a corretagem em ações não chegava a 0,5% por transação, enquanto em imóveis o valor da corretagem chega a 6%, mais Imposto sobre Aquisição de Imóveis (Sisa), mais CPMF, mais o custo do cartório e do advogado independente, que hoje é imprescindível, o que pode elevar a brincadeira toda para 8%.

A segunda alegria foi perceber que, enquanto meu inquilino me considerava seu algoz, as empresas me chamavam de sócio e de parceiro. Meu inquilino considerava meu aluguel uma despesa a ser reduzida de tempos a tempos, já que o prédio envelhecia ano após ano. Por outro lado, as ações valorizavam-se com o tempo.

Enquanto meu apartamento ficava de três a quatro meses vazio entre um inquilino e outro, nas empresas meu dinheiro não ficava parado um minuto. Enquanto meu apartamento se desvalorizava 1% ao ano por obsolescência e depreciação, as ações se valorizavam no mínimo 4% ao ano, porque boa parte dos lucros é reinvestida na empresa, o que muita gente não percebe. Normalmente, só 25% a 50% dos lucros são distribuídos em dividendos.

Hoje, tenho pessoas como Maurício Botelho, da Embraer, eleito um dos 25 melhores executivos do mundo, trabalhando para mim. Ao contrário de meu ex-inquilino, que vivia desempregado e atrasando o pagamento.

Por isso, metade das famílias americanas possui ações em vez de imóveis de aluguel, enquanto no Brasil menos que 3% investem em ações de forma significativa. Lá, os trabalhadores podem comprar seu imóvel, porque todos investem em ações que geram duplamente empregos, nas empresas e no setor de construção. Aqui, porque preferimos investir em imóveis sem risco, em vez de ações que rendem mais por terem maiores riscos, só geramos empregos no setor de construção, mantendo os salários baixos e condenando o trabalhador brasileiro a alugar um imóvel para sempre.

A precaução que recomendo é nunca comprar ações justamente no meio de uma alta, como agora, e sempre escolher com cuidado a ação a comprar, os mesmos cuidados que deve seguir quem compra um imóvel.

Culturalmente o brasileiro acredita em imóveis por causa do medo da inflação, além do fato de que "imóvel ninguém rouba". Mas empresas em bolsa são também imóveis, e elas se protegem muito bem da inflação, e também ninguém as rouba. As ações ficam custodiadas na própria bolsa.

Do rendimento anual do aluguel você precisa descontar o custo do corretor do imóvel, do cartório, do administrador imobiliário, do corretor do inquilino, do pintor, do advogado independente, dos atrasos, da inadimplência, dos aborrecimentos, da depreciação do imóvel, da manutenção obrigatória, do aumento do IPTU. Quem fizer os cálculos vai descobrir que no fim sobra bem menos do que se imaginava.

Há inúmeras ações que dão 5% a 9% só de dividendos, além da valorização. Óbvio que existem algumas que perdem 50% do valor, mas tem imóvel que também vale a metade depois de descontar a inflação ou a valorização do dólar quinze anos depois. Mas o risco de seis ações caírem pela metade é muito menor, por isso nunca coloque todos os seu ovos em um único imóvel, com exceção do seu. Ter o próprio imóvel é uma paz de espírito que recomendo a todos.

Tente vencer essa nossa barreira cultural começando ao poucos, aplicando 5.000 reais numa ação que dê bons dividendos, apenas para se acostumar com a bolsa e com a idéia de que não só de aluguel vive um aposentado.

Stephen Kanitz é administrador por Harvard (www.kanitz.com.br)

Fonte: Revista Veja, Editora Abril, edição 1830, ano 36, nº 47 de 26 de novembro de 2003, p. 30

Resumo do Mercado Hoje


Não canso de me impressionar com a importância dos Commodities na BOVESPA - Leia-se Vale e Petro.

Resumo by Ativa Trade:

Após iniciar a terça-feira em queda, atingindo a sua mínima aos 43.432 pontos (-0,26%), o Ibovespa inverteu a tendência, impulsionado pelo bom humor em Wall Street, animado após bons resultados corporativos e pela alta das cotações das commodities, com destaque para o níquel e o zinco, que atingiram seus níveis recordes. Com isso, as ações da Vale do Rio Doce acabaram sendo o destaque no cenário doméstico, com os papéis ordinários apresentando alta de 5,05%. A forte valorização do petróleo também influenciou positivamente a Petrobras, que apresentou alta de 3,38% nas suas ações ON. Devido a estas altas, o Ibovespa encerrou o dia com valorização de 1,43%, ultrapassando novamente a marca dos 44 mil pontos e fechando cotado aos 44.177 pontos. O volume financeiro foi de R$ 3,312 bilhões.

segunda-feira, 22 de janeiro de 2007

Os gringos continuam saindo.... Veja o fluxo


A figura é auto-explicativa (Clique para visualizar melhor)

Lucros à vista: Fique atento à Divulgação dos Resultados das Empresas!

Com o início da temporada de balanços corporativos referentes a 2006, montar uma carteira de ações oportunista, com o objetivo de amplificar os ganhos em bolsa com os dividendos que se concentram no primeiro semestre, pode ser uma estratégia frutífera neste início de ano. A prevista continuidade do ciclo de cortes de juros faz com que empresas mais generosas na distribuição de resultados ganhem relevância no portfólio dos investidores.

Alguns papéis, como Telesp PN (preferencial, sem voto) e AES Tietê PN continuam sendo quase unanimidade nas recomendações das corretoras. Ações como Comgás PNA, CCR ON (ordinária, com voto) e até Banespa PN também são bem vistas por analistas.
Apesar de o antigo banco estadual manter apenas 2,5% de suas ações em circulação no mercado, negociando de R$ 100 mil a R$ 200 mil ao dia, a liquidez é suficiente para a pessoa física adquirir os papéis com o objetivo de fisgar os dividendos que vêm por aí, diz o chefe de análise da Link Corretora, Adriano Blanaru. "O racional é que a administração do Santander (o dono do Banespa, desde a privatização de 2000) tem que pagar muito dividendo para a matriz na Espanha, a ação está próxima de ficar 'ex' (ex-dividendo) e pode ser um momento oportuno para o investidor individual." O especialista calcula para Banespa PN um "dividend yield" (o retorno em dividendos) entre 10% e 11%, ante a média na casa dos 5% do Ibovespa.

Quando as empresas anunciam a distribuição de dividendos ou juros sobre capital próprio, normalmente referentes ao exercício anterior, costumam fixar uma data para o ajuste do papel na Bovespa, tornando-o "ex-dividendo", retirando do preço normal a parcela referente ao provento. Só que rapidamente a ação volta ao valor anterior e "o processo de ajuste é um verdadeiro milagre do mercado", afirma o chefe de análise da Concórdia, Eduardo Kondo. "É algo mais explicado pela psicologia do que pela matemática", diz.

É aí que o investidor ganha, tanto no dividendo quanto no retorno do papel ao preço anterior ao anúncio da distribuição. Kondo chama a atenção para a importância de se reinvestir o benefício na própria ação de forma a potencializar os lucros. Na seleção do trimestre ele incluiu Comgás PNA e Coelce PNA, que no ano passado tinham um "yield" projetado em 8,4% e 12,6%, respectivamente, e costumam concentrar o pagamento de seus proventos em abril.

Manter uma carteira de dividendos também pode ser uma forma de atenuar eventuais viradas do mercado, especialmente se a seleção for pautada por papéis com bons fundamentos. Isso porque as empresas que dividem melhor o bolo de resultados normalmente estão num estágio mais maduro de negócios, têm certa previsibilidade de geração de caixa, mas ainda carregam algum potencial de crescimento.

Com os juros em queda, as grandes pagadoras de dividendos ganham evidência em 2007, apontam os analistas Pedro Martins Jr. e Fernando Ferreira, da Merrill Lynch. Considerando que a Selic pode terminar o ano em 12% ao ano, ante os 13,25% atuais, a corretora americana indica seis papéis de empresas brasileiras com foco nos dividendos na sua lista de América Latina: AES Tietê PN, Tractebel ON, Telesp PN, Eletropaulo PNB, Tele Norte Leste ON e CPFL Energia ON.

O maior "dividend yield" projetado pela Merrill Lynch é, disparado, de Telesp fixa, de 13,1% neste ano e de 12,6% em 2008. Logo depois vêm Tractebel, com 7,7% e 7%, e, AES Tietê, com retorno em dividendos estimado em 7,5% para 2007 e em 7,9% no ano que vem.
Fonte: Jornal Valor.

sábado, 20 de janeiro de 2007

quinta-feira, 18 de janeiro de 2007

Calendário de Divulgação de Resultados: 4T 2006


Eis as primeiras levas (Clique nas figuras para ler com nitidez).

Resumo do Mercado Hoje

Abaixo o Reusmo de Mercado da ATIVA para hoje (18-01-07), a saber:

"O Ibovespa, apesar de ter operado grande parte do dia em alta motivado pelos dados positivos de inflação ao consumidor nos EUA, estimulando a entrada de investidores estrangeiros no mercado brasileiro, encerrou a sessão com desvalorização de 0,6%, aos 42.477 pontos, devido, principalmente ao discurso do Ben Bernanke mostrando-se preocupado com o aumento das despesas previdenciárias dos Estados Unidos, ocasionado pela aposentadoria dos trabalhadores nascidos no pós-guerra. No mercado interno, um dos fatores que contribuiu para a queda do índice, foi a redução do preço do petróleo no mercado internacional. Com a queda de aproximadamente 3% no preço do barril, os investidores decidiram rever suas posições, fazendo com que o preço das ações da Petrobras caísse 1,61%, apresentando menor nível desde meados de novembro. O volume financeiro foi de R$ 3,241 bilhões. "

Com isso (petróleo em queda):

Quem sobe: Petroquímicas / Empresas de Aviação
Quem cai: A vedete - Petrobrás!

terça-feira, 16 de janeiro de 2007

E-BOOKS DE FINANÇAS GRATUITOS


O título já diz tudo, basta CLICAR NA FOTO e ir para o LINK. http://pgz.com.br/ebooks/ebooks_pt.html


E a PETR4? Caiu, mas vale a pena comprar?

Hoje, em um almoço descontraído com amigos, uma conhecida vira do nada e me pergunta: "A Petrobras caiu bastante né? Tá em cerca de R$ 44, vale a pena comprar?".

Esta é a TÍPICA reação que pode gerar um gosto amargo na boca, NÃO SE DEVE COMPRAR UMA AÇÃO COM UMA ANALISE TÃO SIMPLISTA, deve-se analisar o entorno de oportunidades, bem como as razões que motivaram a sua queda! Afinal, como dizia Murphy: "Nada é tão ruim que não possa piorar".

Hoje vivemos um momento de instabilidade do preço do petróleo, há uma saída grande de investidores estrangeiros em janeiro deste ano, e a PETR4 sente tudo isso como nenhuma outra ação, pois é a "vedete" da Bolsa.

Seus fundamentos são sólidos sim, a longo prazo valeria a pena. Mas como dizia Keynes: "A longo prazo todos estaremos mortos". E seu custo de oportunidade? Quem paga? Há outras boas oportunidades na bolsa. Lógico, requer esforço de pesquisa e tempo/energia para analisar as alternativas. Mas lembre-se que NO PAIN, NO GAIN!!!

Claro que tudo é cíclico e, possivelmente, ela voltará a dar algumas alegrias, mas já subiu muito desde o final do ano passado e o preço do petróleo caiu muito. Enfim, são ponderações que são tão válidas quanto as de qualquer outro mortal, mas fica o registro: "Não aja por impulso ao ver uma ação cair, e achar que ela vai voltar rapidamente, o preço do seu engano será sentido no seu bolso!".


Acima o gráfico da PETR4 para ilustrar. (CLIQUE NA FIGURA PARA VISUALIZAR MELHOR)

WebTrading BM&F: Você pode encarar este desafio!

Para quem pensa hoje ou futuramente (desculpe o trocadilho, não resisti!!! rsss) em operar no mercado futuro, vale a pena conhecer e analisar uma boa alternativa: OS MINI-CONTRATOS via BM&F, ou simplesmente MINIS para os íntimos.

Abaixo fiz uma seleção de informações, espero que te desperte interesse!

Primeiro, surgiu o Tesouro Direto, que permite ao investidor pessoa física negociar títulos públicos por conta própria, sem precisar recorrer a um fundo de renda fixa e pagar taxa de administração. Agora, começa a popularizar-se um novo sistema, que dá ao pequeno investidor acesso a uma terra de gigantes chamada mercado de futuros. É o WebTrading, mecanismo de negociação virtual de minicontratos de ativos financeiros ou commodities agrícolas da Bolsa de Mercadorias & Futuros. Como o nome sugere, minicontrato é uma fração do contrato convencional negociado nos pregões da BM&F. Exemplo: para entrar em uma roda de dólar futuro, o contrato mínimo é de US$ 250 mil no pregão, mas é possível investir a partir de US$ 5 mil no WebTrading. No caso dos futuros de ações, dez contratos no pregão – com o Ibovespa em 42.500 pontos – equivalem a R$ 420 mil. Mas, se forem minicontratos (ou simplesmente minis, como se diz no jargão da bolsa), a conta cai para R$ 8,4 mil.

A liquidez do WebTrading está concentrada em dois mercados: Dólar e Indice Bovespa. Os outros dois hoje existentes, boi gordo e café, ainda não decolaram – o que significa que pode ser difícil entrar e, principalmente, sair deles. O minicontrato de café, porém, tem menos de quatro meses de vida, e ainda pode amadurecer bastante. A novidade dos próximos meses deve ser a criação do mini de ouro, que já está sendo trabalhado pelas corretoras e é considerado muito promissor.O WebTrading é uma boa opção de diversificação para o pequeno investidor que quer se aventurar no mundo dos futuros – de preferência, já com sólida experiência no mercado de ações e em gerenciamento de risco. É uma ferramenta importante, seja para especular, seja para proteger seu portfólio contra as oscilações do mercado. Exemplo: você acha que a bolsa tem fôlego para subir até 55 mil pontos, mas prevê que antes ela sofrerá um movimento de realização de lucros e cairá até 39 mil pontos. Se quiser manter sua carteira de ações intocada, pode usar a BM&F para apostar na queda do Ibovespa pelos próximos dois meses, por exemplo. Assim, o que perder numa bolsa, ganhará na outra. É a essência do hedge.



COMO FUNCIONA

Para acessar o WebTrading, o investidor preenche uma proposta e deposita um valor – a partir de R$ 1,2 mil e sempre proporcional ao investimento que pretende fazer –, a título de garantia. Esse dinheiro fica num fundo do Banco do Brasil (o BB/BM&F), que rende 98% do CDI e tem taxa de administração de 0,2% ao ano – algo que nem os fundos de renda fixa com aplicação mínima de R$ 100 mil oferecem. A partir daí, basta fazer as apostas (palavra politicamente incorreta neste meio, mas de uso inevitável) na alta ou na baixa dos ativos disponíveis. É possível, por exemplo, comprometer-se a comprar dólares a R$ 2,155 em 30 dias. Fechado o contrato, o investidor passa a ser creditado ou debitado em sua conta na BM&F ao final de cada dia de negócios, dependendo do fechamento do mercado, ao longo daquele mês. Se a cotação se aproxima daquele valor, ele ganha. Do contrário, paga. A qualquer momento, é possível zerar as posições assumidas. Uma das vantagens (e dos riscos) do sistema é a possibilidade de alavancar o investimento. Se aplica, por exemplo, R$ 15 mil, o investidor pode tomar posições de até US$ 65 mil em futuros de câmbio e de R$ 126 mil em futuros de Ibovespa.

Fonte: Revista Isto é Dinheiro / BM&F

segunda-feira, 15 de janeiro de 2007

A vida na bolsa nem sempre é uma festa!!!

Para refletir em tempos de ganância!! E para as próximas IPO´s que virão!!! Cada vez mais selecionar boas oportunidades de negócios em bolsa será o diferencial entre alegria e frustração, leia a materia abaixo que selecionei.

A processadora de cartões CSU amargou queda de 36% em suas ações desde o IPO!

Ao longo dos últimos meses, a CSU CardSystem foi o patinho feio entre as estreantes do pregão. A processadora de transações com cartões de crédito abriu capital no dia 28 de abril e viu suas ações despencarem, enquanto a maioria das novatas registrava boa valorização. Segundo levantamento da Economática, os IPOs (ofertas iniciais de ações, na sigla em inglês) feitos entre janeiro e abril de 2006 (período comparável ao da CSU) obtiveram alta média de 14,6% da data de emissão até a quarta-feira 10. O retorno foi muito maior em casos como os da construtora Company (57,1%) e da incorporadora Gafisa (46%). O pior desempenho, de longe, foi o da processadora de cartões, cujos papéis caíram 36,4% desde o lançamento. Agora, porém, a companhia tem uma segunda chance de decolar. A HSBC Corretora acaba de divulgar relatório em que prevê alta de 46% para a CSU, graças, principalmente, à entrada em vigor do contrato que a empresa fechou com a Caixa Econômica Federal.

A recomendação é de compra dos papéis, que foram lançados a R$ 18, estavam cotados a R$ 11,25 na quinta-feira 11 e, segundo a HSBC, têm potencial para fechar o ano em R$ 17. Se a estimativa estiver certa, quem comprar o papel agora terá um impressionante retorno de 51% até o fim de 2007. No entanto, aqueles que adquiriram as ações no dia do IPO não terão revertido seu prejuízo mais de um ano e meio depois da emissão.

Deve-se ponderar que a CSU estreou na bolsa dias antes do início da minicrise que derrubou os mercados nos meses de maio e junho. Foi o pior período do ano para a Bovespa em 2006, e nem as blue chips escaparam. As ações da Petrobras chegaram a cair 30%, com o petróleo em alta. O problema é que, passada a tempestade, os papéis da CSU não se reergueram, o que explica a diferença de desempenho em relação, por exemplo, à American Banknote. Esta companhia, igualmente fornecedora de serviços para administradoras de cartões, abriu capital apenas dois dias antes da CSU. De lá para cá, seu desempenho também não foi nenhuma maravilha. Mas a queda de 0,3% registrada até quarta-feira não se compara a um tombo de 36%.

Para entender o inferno astral da CSU, e sua possível redenção, é preciso conhecer o mercado onde ela atua. Esta é uma empresa de processamento de pagamentos com cartões, que também tem unidades de negócio em call center, análise de risco e fidelização. Uma das últimas companhias independentes do ramo, viu nos últimos anos suas principais concorrentes unirem-se a grandes bancos: Orbitall com Itaú, e Fidelity com Bradesco e Real. Apesar (ou por causa) disso, venceu, em junho passado, a licitação para processar os três milhões de cartões da Caixa Econômica – um dos mais cobiçados contratos do mercado, avaliado em R$ 200 milhões. Na ocasião, Wanderval Alencar, diretor-executivo da CSU, expôs à DINHEIRO a tese de que, quando a processadora de cartões é controlada por bancos, ela tende a privilegiar seus acionistas, em detrimento dos demais clientes.

A incapacidade da CSU de reagir quando a bolsa se recuperou, a partir de julho, pode ser creditada ao atraso na entrada dos cartões da Caixa em seu sistema. O contrato deveria entrar em vigor no segundo semestre de 2006. Mas o prazo foi empurrado para o primeiro trimestre deste ano, provavelmente em fevereiro. O contratempo, segundo especialistas do setor, é normal quando se trata de mudar de processadora. Mas o adiamento foi determinante para que as ações continuassem em baixa e os resultados da empresa fechassem o ano negativos – prejuízo da ordem de R$ 14 milhões pelas contas da HSBC. Agora, pode ter chegado a hora da virada. A expectativa da corretora é de um lucro de R$ 47 milhões ao final de 2007. “A Caixa é uma realidade e não surpreenderá mais”, avalia Fábio Zagatti, analista da HSBC. Há, no entanto, duas ressalvas importantes a fazer. “A concentração do setor bancário pode reduzir os potenciais clientes da CSU”, alerta Zagatti. “E a liquidez dos papéis é baixa, o que afasta os investidores institucionais.”

R$ 200 milhões é o valor do contrato que a CSU fechou para processar cartões da CEF.

Fonte: Revista ISTO É Dinheiro.
link: http://www.terra.com.br/istoedinheiro/486/financas/tempos_dificeis_na_bolsa.htm

sábado, 13 de janeiro de 2007

ILUSOES DO MERCADO ACIONARIO

MERCADO DE AÇÕES

Altas exorbitantes não são reais




Empresa cujo papel valorizou 2.344% em 2006 teve patrimônio líquido negativo.

Dentre as 18 ações que mais valorizaram na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) no acumulado do último ano, cinco delas são de empresas com patrimônio líquido negativo e uma delas encontra-se em concordata. A companhia DHB, por exemplo, que atua no ramo de componentes automotivos, foi a líder de valorização em 2006, registrando alta de 2.344% nos papéis preferenciais (PN) e, em contrapartida, possui um patrimônio líquido negativo em R$ 525,365 mil.

A segunda maior valorização ficou com a companhia de tecidos Schlosser, que obteve alta de 683% em suas ações preferenciais e opera com patrimônio líquido negativo em R$ 55,169 mil. Outras altas que chamaram atenção foram Docas Imbituba PN (+635%), Arthur Lange PN (+623%) e Aço Altona PN (+488%), todas com patrimônio líquido negativo.

Conhecer as condições

O economista da CMA, Luiz Rogé, destaca a importância de se conhecer em que condições houve essa valorização, observar todos os indicadores, além de apurar toda a vida financeira das empresas em questão antes de fazer um investimento. "É preciso ter certeza se o crescimento foi real", alerta o economista. Para ele, esse tipo de papel não é indicado para o investidor de bolsa comum por serem muito arriscados.

"Até existem pessoas com conhecimento de finanças que se arriscam a colocar seu dinheiro em ativos como esses. Em casos como o de uma empresa em concordata, por exemplo, o preço da ação normalmente já está muito baixo no momento em que ela entra com o pedido (de concordata)", diz Rogé, apontando que, nesse caso, seria razoável um investimento em ativos em recuperação, como é o caso da Parmalat ON, que valorizou 467% em 2006.

"O risco é limitado. Eu coloco isso (o preço da ação em baixa) que é o que eu posso perder, e tenho a possibilidade de que a empresa saia dessa situação para melhorar, o que poderá trazer grande retorno", conclui Rogé.

Valores "surrealistas"
Já o analista Carlos Alberto Rodrigues Leite, da Intra Corretora, afirma que essas valorizações são "surrealistas". Segundo Rodrigues Leite, as empresas em questão possuem ações de baixíssima liquidez, o que leva a um número muito reduzido de negócios ao longo do ano ser responsável pela alta variação calculada.

"Se, por exemplo, a última cotação era de R$ 0,10 e se fez um único registro com uma venda a R$ 1,20, e depois não teve mais movimento, essa será a valorização no ano da empresa. Não é palpável, é completamente incongruente, são empresas que realmente têm problemas", alerta o analista.

Surgimento de boatos
Em outros casos, como destacou Rodrigues Leite, podem surgir boatos que criam expectativas positivas e impulsionam as negociações de um determinado ativo na bolsa de valores. "Com a Docas Imbituba, por exemplo. Recentemente saíram rumores de que estaria com força e de que o porto havia fechado uma parte com a Vale e outra com os japoneses, o que daria perspectivas. Mas um dia (as ações) subiam e, no outro, caiam. Tudo ventania, simbólico, o que cria essa discrepância: empresas endividadas com esse perfil de forte valorização", afirma o analista, completando: "eu não recomendo nenhuma delas".

No pregão dessa quarta-feira, a Aço Altona registrou uma única negociação, que lhe rendeu a alta de 2,00%, enquanto a DHB não registrou qualquer operação durante o dia, mas acumula alta de 9,00% nos dez primeiros dias do ano. A Arthur Lange também não teve registro de negócios na bolsa paulista.

Mesmo com poucas negociações, essas empresas mantêm o registro de companhia aberta, pagando as taxas exigidas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e pela Bovespa para terem o direito de serem negociadas e permanecerem listadas no mercado.

Fonte: Monitor Mercantil
Link:
http://www.monitormercantil.com.br/mostra_noticia.asp?id2=38819&cat2=financeiro

Aprenda o Básico de Opções: Consulte o guia abaixo!

Para os neófitos que desejam se aventurar em uma categoria de investimentos mais sofisticada, conhecida como Opções, ou para os curiosos que desejam ter as noções básicos, recomendo a leitura do guia em anexo.

Como de praxe é gratuito, basta clicar na FIGURA ao lado e ir direto para link da BOVESPA.


Bom proveito!

Foi dada a largada para as 1as. IPO´s de 2007!

As DUAS Primeiras IPO´s de 2007 serão: RODOBENS & CAMARGO.

Ambas do setor imobiliário!!! Já havia publicadao post´s anteriores sobre os lançamentos.

Vide o link abaixo de 23/11/06.

http://bussoladefinancas.blogspot.com/2006/11/rodobens-decide-abrir-o-capital.html


Leiam os prospectos das FIGURAS (basta clicar nas mesmas para visualizá-las em um tamanho melhor), para mais detalhes

sexta-feira, 12 de janeiro de 2007

quinta-feira, 11 de janeiro de 2007

CCRO3: O efeito CANDLE "Dilma"

Vale a pena ficar atento!

CLIQUE no gráfico ao lado para visualizar melhor!!

Reflexões de um Prêmio Nobel de Economia: George Akerlof

Geroge Akerlof, Prêmio Nobel de Economia de 2001, fez recentemente um emblemático discurso de balanço de sua gestão na American Economic Association, a mais importante entidade de economistas dos Estados Unidos, lançando para discussão uma perspectiva atualizada da economia americana e mundial.

Akerlof preocupa-se fundamentalmente com três situações: a formidável desigualdade de renda entre os americanos e muito mais ainda nos paises emergentes, a absurda concentração de riqueza e a excessiva expansão da globalização financeira.

Para enfrentar tais problemas Akerlof vê como crucial a observação pelos economistas dos fenômenos da vida real, dos efeitos das políticas econômicas, pedindo que refluam e deixam de dar importância excessiva a teses e modelos, pois a aferição da realidade é, segundo ele, a base da ciência econômica.

Akerlof refuta inteiramente, sem subterfúgios e rodeios, as teses de Milton Friedman, que também foi Presidente da mesma associação.

Diz que as teses de Friedman são inconsistentes e baseadas premissas falsas sobre o comportamento humano, resultante de uma teoria enganadora que leva a políticas equivocadas.

Akerlof ganhou seu Nobel na mesma linha: ele não aceita a idéia de Friedman de que o ser humano atua na vida econômica com uma racionalidade previsível. Akerlof entende, e para isso fez estudos bastante profundos, que as vezes os agentes econômicos agem racionalmente, outras vezes não.

O comportamento humano é muito mais complexo do que a percepção simplificadora de Friedman e seus seguidores e querer explicar todo o fenômeno da economia na suposição de que o agente econômico age sempre racionalmente é uma falácia.

Akerlof dá exemplos: muitas pessoas não são motivadas em suas atividades e empregos exclusivamente por razoes econômicas. Muitas vezes um profissional deixa de trocar de emprego para ganhar mais porque tem outras razões para fica no emprego que paga menos mas onde ele prefere ficar.

Outro estudo mostra que o salário não é automaticamente sujeito a lei da oferta e procura. Em muitos casos o empregado prefere perder o emprego do que baixar o salário. Existem no caso considerações fora da racionalidade puramente econômica.

Akerlof observa que Keynes baseava-se na realidade econômica de seu tempo para criar suas teses e que perante nossa realidade atual os governos devem sim atuar sobre a economia quando necessário, porque a tese de que o mercado é sempre o melhor caminho é falsa, o mercado pode ser as vezes o caminho do desastre.

Akerlof não é um franco atirador. É um economista do mainstream econômico, de grande prestigio, tanto que foi eleito para o órgão Máximo da profissão nos EUA. Sua esposa, Jane Yellen, e presidente do Fed regional de São Francisco é também respeitada economista.

Akerlof leciona na Universidade da Califórnia em Berkeley mas também já foi de Yale e do MIT. Por esse discurso, proferido em Chicago, vê-se o atraso ideológico de nosso pensamento econômico, preso a duas ou três idéias simplistas e simplificadoras da era Friedman, enquanto na fonte os Stiglitz, Krugmans e Akerlofs não cessam de contestar, rever e inovar teses já de há muito fora de contexto.

A íntegra do discurso está disponível
clicando aqui.

Fonte: Blog do Luis Nassif

quarta-feira, 10 de janeiro de 2007

Destaques da Próxima Semana


Acima, o calendário fornecido pela ATIVA Corretora. (11/01/07 - 16/01/07)

Ações de concessionárias de rodovias despencam com declaração de Dilma Rousseff

As ações das companhias que administram rodovias no Brasil encerraram em forte baixa no pregão de hoje da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). Recentemente integrada ao Ibovespa, a ação ordinária da CCR Rodovias amargou queda de 7,38% e fechou negociada a R$ 25,45.

Mais abaixo, o papel ordinário da OHL caiu 12,61%, para R$ 28,40.

As declarações dadas pela ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, de que as concessões de sete trechos de rodovias federais seriam revistas, foram consideradas por agentes do mercado como as grandes responsáveis pelo tombo das ações.

Segundo o analista de uma grande corretora, que preferiu não ter seu nome revelado, o preço das ações de CCR e OHL já contemplavam uma expectativa de que essas empresas pudessem ganhar a concessão de lotes importantes das rodovias federais.

O adiamento do processo de licitação acabou derrubando as ações das empresas no mercado acionário local.

No entanto, ele acredita que as fortes quedas observadas hoje poderão ser revistas pelo mercado, em razão do potencial de crescimento de CCR e OHL. "As duas empresas irão participar do processo de licitação de rodovias estaduais em Minas Gerais e São Paulo, com grandes chances de saírem vencedoras" , explicou.

Além disso, a recente extensão do prazo nos contratos de algumas rodovias administradas pelas duas empresas também mostram um horizonte positivo para suas ações, na opinião do analista. ' É claro que no curto prazo, os papéis vão continuar refletindo as notícias dessa semana ' , explicou. (Murillo Camarotto Valor Online)

Entrevista com Joe Ross

Para quem gosta de DICAS MACETOSAS, aqui vai o link da entrevista do JOE ROSS (clique no nome para ver o que já publiquei no BLOG sobre ele) com o pessoal da ÁGORA.

Para ver o vídeo CLIQUE NA FOTO ou no link abaixo.

Espero que seja proveitoso!

terça-feira, 9 de janeiro de 2007

RAPT4: firme e forte

Por outro lado: a RAPT4 tá bonita d+!!!!

Veja o gráfico do semanal à esquerda!!!

A MM8d cruzou bonito a de 20d e vai voando rumo ao horizonte...

Mas não se descuide!

Tenha sempre à mão seu STOP!

PETR4: Grafico feio!

A Petrobras por ora demonstra ser um trade mais perigoso, rompeu a LTA em azul e pode ter configurado um canal de baixa ate um patamar mais arriscado, amanhã é um dia importante para ensaiar uma recuperação antes do vencimento das opções na semana que vem, ou confirmar ainda mais a alegria dos "vendidos".

SIR JOHN TEMPLETON: MÉTODOS E ESTRATÉGIAS

Métodos e estratégias:
Templeton condensou seus princípios de investimento em 10 máximas que, até hoje, funcionam como base cultural de sua firma e processo de seleção para escolha de ações:

1: Invista pelo retorno real. O verdadeiro objetivo de qualquer investidor de longo-prazo é a maximização do retorno real após os impostos.

2: Mantenha sua mente aberta. Nunca adote um tipo de ativo ou um método fixo de seleção permanentemente. Tente se manter flexível, com a mente aberta e cético.

3: Nunca siga a multidão. Se você comprar as mesmas ações que a multidão, conseguirá o mesmo resultado que a multidão. Comprar quando todos estão vendendo e vender quando todos estão comprando requer uma grande autoconfiança, mas trás excelentes recompensas.

4: Tudo muda. Mercados em queda tem sido sempre temporários. Da mesma forma que mercados em alta.

5: Evite o popular. Muita gente junta acaba por destruir qualquer fórmula de seleção de ações ou qualquer tentativa de “market timing”.

6: Aprenda com seus próprios erros. “Desta vez vai ser diferente” está entre as cinco palavras mais caras da história do Mercado.

7: Compre em épocas de pessimismo do Mercado. A época de maior pessimismo é a melhor hora de se comprar, e a época de otimismo é a melhor época para se vender.

8: Lute por valor e barganhas. No Mercado de ações, a única forma de encontrar barganhas é quando todos estão vendendo.

9: Procure pelo mundo todo. Se você procurar pelo mundo todo irá encontrar mais barganhas do que se fixar a apenas um país.

10: Ninguém sabe tudo. Um investidor que tem todas as respostas nem entendeu as perguntas.
Fonte: As Máximas de Templeton, publicadas por Templeton Investment Management Limited. Você pode pegar as máximas de Templeton aqui (http://www.franklintempleton.co.uk/u...pdf/maxims.pdf).

Os Quatro Fatores Chaves a se considerar em uma análise fundamentalista de qualquer empresa são:
1:O índice P/L em relação as outras companhias;
2: Margens de lucro operacionais, principalmente se estiverem subindo;
3: Valor de liquidação, i.e. O preço que você receberia caso a firma fosse vendida;
4: A taxa de crescimento dos lucros e, especialmente, a consistência do crescimento. Em geral, evite comprar companhias em que os lucros apresentem maus resultados por dois anos consecutivos. Mantenha-se longe de firmas que estão crescendo a patamares insustentáveis.

segunda-feira, 8 de janeiro de 2007

DECOLANDO: Ritmo das aberturas de capital continuará em 2007

Atualmente, 06 empresas do setor imobiliário aguardam autorização da CVM para fazer suas ofertas públicas. No encalço dessas, outras tantas companhias já estão estruturando suas operações de abertura e devem ir ao mercado esse ano. A expectativa dos analistas é de que até o final de 2007 o Brasil terá cerca de 20 companhias do setor imobiliário com seus papéis negociados na bolsa.

Na maior parte dos casos as novas empresas que virão ao mercado são incorporadoras. Em processo mais avançado estão a Tecnisa, a Camargo Corrêa Desenvolvimento Imobiliário, Rodobens Negócios Imobiliários e a PDG Realty, braço imobiliário do Banco Pactual. Todas elas já têm suas ofertas públicas de ações em análise na Comissão de Valores Mobiliários.

A WTorre, que recentemente adquiriu a Ergi Empreendimentos, dona do terreno onde está instalada a loja Daslu na capital paulista, já fez o pedido de companhia aberta à CVM. Mesmo caso da Even, construtora e incorporadora paulista que pretende abrir capital no primeiro semestre de 2007.

A reboque várias empresas já anunciaram que pretendem ir a mercado também. A Tenda, uma empresa especializada em habitações para a baixa renda está finalizando o processo de auditoria externa. A idéia da empresa é pedir o registro de companhia aberta à CVM ainda em janeiro. A MRV, outra companhia focada nas camadas sociais mais baixas, também está se estruturando para ter seu capital aberto no Novo Mercado da Bovespa.

Focada em obras comerciais e industriais, a Matec é outra companhia que também passa por um processo de adequação para realizar uma oferta pública em breve. A companhia deve passar a atuar no segmento voltado para a baixa renda.

sábado, 6 de janeiro de 2007

Curso sobre Graficos

Vale a pena rever...

http://bussoladefinancas.blogspot.com/2006/11/curso-interativo-gratuito-sobre-grficos.html

Balanço da 1a. Semana de 2007

Apesar de curta, a primeira semana útil de 2007 foi bastante volátil e de grande realizações nos preços dos ativos. No Brasil, a BOVEPSA fechou a sexta-feira (05/01/07) passada em queda acentuada, reagindo à divulgação da Taxa de Desemprego norte-americana e a queda das bolsas internacionais.

Justificativas?
Bom, há sempre muitas (e cá entre nós... o mercado tava louco para ter um motivo razoável para realizar os lucros!), mas basicamente deve-se ao fato de que o Relatório de Emprego dos Estados Unidos mostrou um crescimento acima do esperado do número de postos de trabalho e do salário médio, o que pode constituir um foco de pressão inflacionária, levando o Fed a adiar o início dos cortes na taxa de juros. Isso levou o mercado a dar continuidade ao seu movimento de realização de lucros iniciado na quarta-feira (03/01), fazendo com que o Ibovespa apresentasse variação negativa de 4,03%, a maior desde maio do ano passado, encerrando o dia cotado a 42.245ptos. O volume financeiro foi bem elevado, atingindo R$ 4,09 bilhões.


O que fazer?
Bom, deve-se ficar atento! O mercado deu boas oportunidades de compra, mas deve-se ter em consideração que a bolsa subiu muito e rápido nas ultimas semanas, porém não há ainda uma sensação de que haja um movimento generalizado de saída dos investidores estrangeiros. Armem o STOP e bons trades!

E a Randon (RAPT4)?
Bom, para alegrias de muitos (inclusive eu!), manteve-se em um patamar bem razoável de queda, tendo em vista a queda acentuada da BOVESPA.

quinta-feira, 4 de janeiro de 2007

RANDON (RAPT4): Uma de minhas apostas para 2007

Há muitas boas alternativas de investimento no mercado acionário, mas acredito que a RANDON irá fazer bonito!

Na minha modesta opinião vai romper daqui a pouco a casa dos 9,95 como um belo foguete, o pivot de alta já se configurou!


Ao lado, o gráfico.


Perspectiva para 2007

Perspectivas 2007 da ÁGORA

Os ganhos acumulados durante o primeiro mandato do Governo Lula são extraordinários e não significam o fim da boa expectativa que temos para o mercado acionário em 2007. A seguir, descrevemos as variáveis que nos fazem prever ganhos na renda variável superiores aos previstos para a renda fixa.

Continuidade dos crescimentos de lucros e fluxo de caixa.
Apesar da forte base de crescimento observada nos últimos anos, projetamos novo round de incremento nos lucros e fluxos de caixa das empresas em 2007 sobre 2006. Para o conjunto de empresas que representam 94% da composição do Ibovespa, projetamos os seguintes incrementos: Lucro Líquido (+16%), Geração de Caixa Livre (+12%) e Ebitda (+22%). Nestes quesitos somos tão ou mais competitivos do que nossos pares emergentes;

Indicadores Atrativos.
Como conseqüência e por conta da possível “entrega” de crescimento, nossos múliplos ainda se apresentam com bom desconto contra nossos concorrentes na rota dos fluxos de capitais estrangeiros. Em termos da relação preço/lucro, somos negociados atualmente com um desconto de quase 30% e não serão pelos quesitos de liquidez e governança corporativa que merecemos este desconto. Nos dividendos, a melhor notícia. Nossas empresas serão capazes de gerar ganhos correntes de 5% em 2007, praticamente o dobro da média dentre os países emergentes;

Diferencial contra o PIB.
Pouco interessa se o PIB real vai crescer 3% ou 3,5% em 2007. Teremos diversos setores com liquidez em bolsa com desempenhos operacionais bem superiores à evolução do PIB. A composição do Ibovespa e do IBX-50 não é uma proxy do PIB;

Queda do custo de oportunidade.

Mesmo os investidores mais conservadores deveriam concordar com a tese de que o custo de carregamento do dinheiro no tempo ficou mais favorável ao investimento em ações. Provavelmente teremos em 2007 o maior período de tempo em que os juros reais apresentarão a menor taxa desde a criação da Taxa Selic em 1994. Um simples cálculo também referenda uma maior exposição em ações: um fundo de investimento em renda fixa pode vir a ter uma rentabilidade líquida praticamente igual a um papel bom pagador de dividendos. E se for aproveitado o benefício fiscal através de um clube de investimento, melhor ainda. Isto sem falar do ganho de capital;

Cenário Externo e Fluxo de Recursos.
O grande vencedor e impulsionador da bolsa brasileira é o investidor qualificado estrangeiro. Associo uma probabilidade de pelo menos 70% para a ocorrência de um cenário benigno em 2007, caracterizado pelo pouso suave da economia americana e a manutenção dos Fed Funds em um patamar histórico baixo, sendo possível fechar o ano a menos de 5% ao ano. Portanto,
prevemos novos fluxos de entrada de recursos que busquem oportunidades na atrativa renda variável brasileira;

Valuation.
Neste momento o jogo está a nosso favor, a saber: queda do risco país, selic e da tjlp. A solvência financeira de nossas empresas é excepcional. Os modelos de fluxo de caixa descontado contemplam valores econômicos bem superiores aos valores correntes de mercado das empresas. E não somos levianos de incorporar neste momento os efeitos ainda não precificados do investment grade, mais provável de ocorrer entre 2008 e 2009.

Novos entrantes.

A queda no custo de equity, o sucesso dos lançamentos precursores e a demanda dos estrangeiros deve provocar a onda mais forte das aberturas de capital e a possibilidade louvável de um leque de oportunidades associada à entrada de novas empresas e setores na Bovespa. E lembrem-se que isto ocorrerá com o irreversível selo de qualidade do Novo Mercado com a inclusão de belas regras de governança corporativa.

Em 2006, quem investiu em boas pagadoras de proventos não tem do que reclamar

Papéis de companhias com histórico de bons dividendos e baixa volatilidade ajudam de forma significativa a reduzir o risco de uma carteira de ações e podem proporcionar retornos muito parecidos aos oferecidos pelas formas mais tradicionais de investimentos.

Os dividendos ou juros sobre o capital próprio pagos pelas empresas representam uma renda que entra diretamente no bolso do acionista, independente do desempenho das ações no mercado. É interessante lembrar, no entanto, que só pagam bons proventos empresas lucrativas.

Veja a tabela abaixo, com base na cotação de 27/12/2006
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Fica aqui a dica para uma boa alternativa de investimento em 2007: Pensas nas boas pagadoras de dividendos! Compare o Ranking do Dividend Yield (Rnk DY) com o de Valorização Total (Rnk Val.)